sexta-feira, dezembro 30, 2005

um ano de blog

Queridos Amigos!

O nosso Blog já tem um ano, e acho que tal facto deve ser relembrado.
Foi um ano cheio de coisas boas (como o Francisco Aguiar já mencionou) e o nosso blog assistiu a mts desses acontecimentos. Com mais ou menos rigor por aqui passou mt coisa, com mais ou menos actualização lá fomos andando. Ultrapassamos a esperança média de vida dos blogs normais (!!) - alguém uma vez disse aqui q era cerca de 2 meses...

Por tudo isto quero agradecer-vos a todos!Pode parecer estranho dizer isto, mas este blog serviu em muitas alturas,de companhia!Sempre que lia aqui um post q dava azo a discussões parecia q estava com todos vocês outra vez!Obrigada!!!

Muitos Beijinhos para todos!
Espero que o próximo ano seja óptimo para todos!
Laura

2005 - Ano Santo Equipista

Taizé
Rui e Mina
Neve
Aveiro
Encontro Nacional
João Paulo II
Bento XVI
Senzas
Maria Avillez
Pipos e Marta
Kito
Anabela
Inês Rodrigues
Joana Caiado
Pedro Guedes
Vasquinho e Luisinho
Rita e Francisco CF
Rita e Rui Peneda
Encontro Internacional de Sevilha
JMJ Colónia
Equipa d'África
Sara e Bafo
Seminaristas Duarte AS e Pedro Luz
Pe. Nuno
Famões e Ramada
Peregrinação a Fátima
Jesuíta Martim CF
ICNE
Santa Teresinha
Encontro de Responsáveis com casais
Pilotagens de Lisboa, Cascais, Santarém e Porto
Ana e Filipe
Moita
Natal
Pe. Zé Manel
Santa Isabel...

... e Maria, sempre connosco.

2005, sem dúvida um Ano Santo para as EJNS!

Obrigado, Senhor meu Deus.

quinta-feira, dezembro 29, 2005

Ele é tão... querido?...

Image hosted by Photobucket.com

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Ano da Graça do Senhor de 2006 a caminho

Para quem quiser começar a preparar como deve de ser a entrada no novo ano - e não estou a falar do champagne, das passas, da festa nem dos vestidos - vejam aqui a mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 1 de Janeiro de 2006.

1º Natal de Bento XVI

MISSA DA MEIA NOITE
SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR
HOMILIA DO SANTO PADRE BENTO XVI
Basílica Vaticana
Sábado, 24 de Dezembro de 2005

«O Senhor disse-Me: “Tu és meu filho, Eu hoje Te gerei”». Com estas palavras do Salmo segundo, a Igreja dá início à Santa Missa da vigília de Natal, na qual celebramos o nascimento do nosso Redentor Jesus Cristo no estábulo de Belém. Outrora, este Salmo pertencia ao ritual da coroação dos reis de Judá. O povo de Israel, por causa da sua eleição, sentia-se de modo particular filho de Deus, adoptado por Deus. Uma vez que o rei era a personificação daquele povo, a sua entronização era vivida como um acto solene de adopção por parte de Deus, no qual o rei ficava, de certo modo, envolvido no próprio mistério de Deus. Na noite de Belém, estas palavras, que de facto eram mais a expressão duma esperança que realidade presente, ganharam um sentido novo e inesperado. O Menino no presépio é verdadeiramente o Filho de Deus. Deus não é perene solidão, mas um círculo de amor no recíproco dar-se e um dar-se sem cessar. Ele é Pai, Filho e Espírito Santo.

Mais ainda: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o próprio Deus Se fez homem. É a Ele que o Pai diz: «Tu és meu filho». O hoje eterno de Deus desceu ao hoje efémero do mundo e arrasta o nosso hoje passageiro para o hoje perene de Deus. Deus é tão grande que Se pode fazer pequeno. Deus é tão poderoso que Se pode fazer inerme e vir ter connosco como menino indefeso, para que O possamos amar. Deus é tão bom que renuncia ao seu esplendor divino e desce ao estábulo para que O possamos encontrar e, assim, a sua bondade chegue também a nós, se nos comunique e continue a agir por nosso intermédio. O Natal é isto: «Tu és meu Filho, Eu hoje Te gerei». Deus tornou-Se um de nós, para que nós pudéssemos viver com Ele, tornarmo-nos semelhantes a Ele. Como próprio sinal, escolheu o Menino no presépio: Deus é assim. Deste modo, aprendemos a conhecê-Lo. E em todo o menino brilha algo da luz daquele hoje, da proximidade de Deus que devemos amar e à qual nos devemos submeter – em todo o menino, mesmo na criança ainda não nascida.

Ouçamos uma segunda palavra da liturgia desta Noite santa, tomada agora do Livro do profeta Isaías: «Para os que habitavam na terra da escuridão, uma luz começou a brilhar» (9, 1). A palavra «luz» permeia toda a liturgia desta Santa Missa. Aparece um novo aceno no texto da carta de São Paulo a Tito: «Manifestou-se a graça» (2, 11). A palavra «manifestou-se» diz, em língua grega e neste contexto, a mesma coisa que o hebraico exprime com as palavras «uma luz brilhou»: a «manifestação» – a «epifania» – é a irrupção da luz divina no mundo cheio de escuridão e de problemas insolúveis. Por fim, o Evangelho narra-nos que apareceu a glória de Deus aos pastores e «cercou-os de luz» (Lc 2, 9). Onde aparece a glória de Deus, aí irradia a luz pelo mundo. «Deus é luz e n’Ele não há trevas», diz-nos São João (1 Jo 1, 5). A luz é fonte de vida.

Mas luz significa sobretudo conhecimento, significa verdade em contraposição com a escuridão da mentira e da ignorância. Deste modo, a luz faz-nos viver, indica-nos a estrada. Além disso, enquanto gera calor, a luz significa também amor. Onde há amor, levanta-se uma luz no mundo; onde há ódio, o mundo permanece na escuridão. É verdade, no estábulo de Belém, apareceu a grande luz que o mundo espera. Naquele Menino deitado na manjedoura, Deus mostra a sua glória – a glória do amor, em que Ele mesmo Se entrega em dom e Se despoja de toda a grandeza para nos conduzir pelo caminho do amor. A luz de Belém nunca mais se apagou. Ao longo de todos os séculos, envolveu homens e mulheres, «cercou-os de luz». Onde despontou a fé naquele Menino, aí desabrochou também a caridade – a bondade para com todos, a carinhosa atenção pelos débeis e os doentes, a graça do perdão. A partir de Belém, um rasto de luz, de amor, de verdade atravessa os séculos. Se olharmos os Santos – desde Paulo e Agostinho até São Francisco e São Domingos, desde Francisco Xavier e Teresa de Ávila até à Irmã Teresa de Calcutá – vemos esta corrente de bondade, este caminho de luz que se inflama, sempre de novo, no mistério de Belém, naquele Deus que Se fez Menino. Contra a violência deste mundo, Deus opõe, naquele Menino, a sua bondade e chama-nos a seguir o Menino.

Juntamente com a árvore de Natal, os nossos amigos austríacos trouxeram-nos também uma pequena chama que tinham aceso em Belém, para nos dizer: o verdadeiro mistério do Natal é o esplendor interior que irradia deste Menino. Deixemos que se comunique a nós esse esplendor interior, que acenda no nosso coração a chama da bondade de Deus; todos nós levemos, com o nosso amor, a luz ao mundo! Não deixemos que esta chama luminosa se apague por causa das correntes frias do nosso tempo! Guardemo-la fielmente e demo-la aos outros! Nesta noite, em que voltamos o nosso olhar para Belém, queremos também rezar de modo especial pelo lugar do nascimento do nosso Redentor e pelos homens que lá vivem e sofrem. Queremos rezar pela paz na Terra Santa: Olhai, Senhor, este ângulo da terra que, como pátria vossa, tanto amais! Fazei que resplandeça lá a vossa luz! Fazei que lá chegue a paz!

Com o termo «paz», chegamos à terceira palavra-mestra da liturgia desta Noite santa. Ao Menino que anuncia, Isaías chama-Lhe «Príncipe da paz». A propósito do seu reino, diz-se: «A paz não terá fim». No Evangelho, é anunciado aos pastores: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra…». Outrora lia-se: «…aos homens de boa vontade»; na nova tradução, diz-se: «…aos homens que Ele ama». Que significa esta mudança? Deixou de ter valor a boa vontade? Ponhamos melhor a questão: Quais são os homens que Deus ama e porque é que os ama? Porventura Deus é parcial? Porventura ama apenas certas pessoas, deixando as outras entregues a si mesmas? O Evangelho responde a estas perguntas, mostrando-nos algumas pessoas concretas amadas por Deus. Há pessoas individuais – Maria, José, Isabel, Zacarias, Simeão, Ana, etc. Mas há também dois grupos de pessoas: os pastores e os sábios do Oriente, os chamados reis magos. Nesta noite, detenhamo-nos nos pastores. Que espécie de homens são eles? No seu ambiente, os pastores eram desprezados; eram considerados pouco sérios e, em tribunal, não eram admitidos como testemunhas. Mas, quem eram na realidade? Certamente não eram grandes santos, se por este termo entendemos pessoas de virtudes heróicas. Eram almas simples. O Evangelho evidencia uma característica que mais tarde, nas palavras de Jesus, havia de ter um papel importante: eram pessoas vigilantes. Isto vale primariamente em sentido exterior: de noite vigiavam, perto das suas ovelhas. Mas vale também num sentido mais profundo: estavam disponíveis à palavra de Deus. A sua vida não estava fechada em si mesma; o seu coração estava aberto. De certo modo, no mais fundo de si mesmos, estavam à espera d’Ele. A sua vigilância era disponibilidade – disponibilidade para ouvirem, disponibilidade para se porem caminho. Estavam à espera da luz que lhes indicasse o caminho. E isto é o que interessa a Deus. Ele ama a todos, porque todos são criaturas suas. Mas, algumas pessoas têm a sua alma fechada; o seu amor não encontra qualquer acesso a eles. Pensam que não têm necessidade de Deus; não O querem. Outros, que moralmente talvez sejam igualmente miseráveis e pecadores, pelo menos sofrem com isso. Estes esperam Deus. Sabem que têm necessidade da sua bondade, embora não tenham uma ideia precisa dela. No seu íntimo, aberto à expectativa, a luz de Deus pode entrar, e com ela a sua paz. Deus procura pessoas que levem e comuniquem a sua paz. Peçamos-Lhe para fazer com que não encontre fechado o nosso coração. Esforcemo-nos por nos tornarmos capazes de ser portadores activos da sua paz – precisamente no nosso tempo.

Além disso, a palavra paz assumiu entre os cristãos um significado de todo especial: tornou-se um nome para designar a Eucaristia. Nesta, está presente a paz de Cristo. Através de todos os lugares onde se celebra a Eucaristia, estende-se uma rede de paz sobre o mundo inteiro. As comunidades reunidas à volta da Eucaristia constituem um reino da paz largo como o mundo. Quando celebramos a Eucaristia, encontramo-nos em Belém, na «casa do pão». Cristo dá-Se a nós, e assim nos dá a sua paz. Dá-no-la para que levemos a luz da paz no nosso íntimo e a comuniquemos aos outros; para que nos tornemos obreiros de paz e contribuamos assim para a paz no mundo. Por isso, suplicamos: Senhor, realizai a vossa promessa! Fazei que, onde houver discórdia, nasça a paz! Fazei que desponte o amor, onde reinar o ódio! Fazei que surja a luz, onde dominarem as trevas! Fazei que nos tornemos portadores da vossa paz! Amen.

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Aguiaaaaaaar!

A última vez que te picámos, não mais paraste de escrever...

Onde tens andado!!?? os Santiagrinos precisam dos teus posts, de politica ou de moda, o que quiseres...

Um abraço!

quarta-feira, dezembro 21, 2005

MISSA DE NATAL EJNS!

Santiagrines e amigos que vão lendo este blog:

Amanhã, dia 22 de Dezembro, Missa de Natal das EJNS, às 19h em Santa Isabel...avisem as pessoas da vossa equipa, das equipas que conheçam..
Levem coisas, para os cabazes!

Até amnhã!

P.S. Alguém faça o mesmo anúncio no blog do lado ;)

quinta-feira, dezembro 08, 2005

É HOJE!

8 de Dezembro de 2005...

2 Santiagrinos, casam-se no dia de hoje, dia Internacional das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, dia em que Papa institui a festa da Imaculada Conceição da Virgem Maria, dia em que o Pipos fez a 1ª comunhão, dia em que iníciou o 1º Concílio do Vaticano, dia em que encerrou o 2º Concílio do Vaticano, dia em que é criado o Futebol, dia em que os E.U.A. declaram guerra ao Japão... um grande dia!

Dentro de 10 meses , vá lá, escreveremos que os Santiagrinos já têm descendência!

PARABÉNS AOS DOIS... espero que na lua-de-mel haja tempo para um post ;)

domingo, dezembro 04, 2005

Retiro de Natal

Para puderem preparar melhor o Advento é essencial irem a um Retiro para acalmarem um bocado e estar com Jesus....e assim, as ejNS proporcionam um Retiro de Natal em que o tema é "Jesus de Nazaré e de Belém"
O Pe. Zé Manuel vai ser quem nos vai acompanhar durante os dias 9,10 e 11 de Dezembro é no Seminário da Luz em Alfragide e o preço é de 25€.
Podem se inscrever ou comigo(916740448) ou com a Carolina Girão Marques(916287659).
Muitos Beijinhos e Abraços
Pi

sexta-feira, dezembro 02, 2005

Advento

Laurita, tens toda a razão, o Advento começou e não podemos ficar de braços cruzados!Por isso mesmo é que aconselho a seguirem o caderno de Advento ejNS que num instante vai chegar a vossa casa com a Partilha deste mês. O caderno este ano à 1ª vista vai-vos parecer um desnexo total com páginas ao contrário e tudo, mas não desistam dele e puxem pela cabeça, vão ver que faz todo o sentido : ) O nosso novo assistente, o querido Pe Nuno decidiu puxar por nós e ver quem é que realmente aproveita tudo o que este caderno nos propõe dar.
Outra grande ideia é fazerem o belo do jogo do amigo secreto em família. Falaram-me disto e achei grande ideia, já instituí na minha family.

Beijitos a todos e bom advento,
Mérie

PARABÉNS INÊS!!!!!

Hoje a nossa querida santiagrina Inês Sousa celebra o dom da vida efaz 23 anitos!
VIVVVVAAAAAAAAAAAA!

quinta-feira, dezembro 01, 2005

o que é q se passa???

Então malta?Ninguém tem nada de novo/interessante para partilhar?

Quem foi a noite de dia 22 não quer dizer como foi? (quer dizer avisa-se e quem nao pode ir fica a ver navios??)

Foi com algum espanto que me apercebi q no blog do lado se estava a desenrolar alta discussão sobre a condenação do Padre Nuno Serras Pereira, bem que podiam ter posto aqui uma chamadita de atenção para a malta que (como eu!!)não está sempre no blog aqui do lado saber e ver!

Estamos no Advento e achava interessante saber como é que o podemos preparar melhor. O que acham de fazer aqui sugestões/conselhos/partilhar a vossa experiência?Assim podia ser q o Advento não nos passasse completamente ao lado!

Mega Beijinho pra todos (Ju esta é pra ti!!)
Laura