terça-feira, junho 02, 2009
Dá sempre jeito saber...e nós Per.Santiago queremos muitas!
Assim informa um decreto divulgado hoje pela Sala de Imprensa da Santa Sé, assinado pelo cardeal James Francis Stafford e pelo bispo Gianfranco Girotti, O.F.M., penitenciário maior e regente da Penitenciaria Apostólica, respectivamente.
A Igreja celebrará o Ano Sacerdotal do dia 19 de junho de 2009 até o mesmo dia do ano seguinte, por ocasião do 150º aniversário da morte de São João Maria Vianney, o Cura de Ars.
O Ano Sacerdotal começará no dia da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, com a celebração, presidida pelo Papa, das Vésperas diante das relíquias de São João Maria Vianney, levadas a Roma pelo bispo de Belley-Ars.
Bento XVI concluirá o “sagrado período” um ano depois, na Praça de São Pedro, com sacerdotes do mundo inteiro, que “renovarão a fidelidade a Cristo e o vínculo de fraternidade”, segundo o texto.
O decreto explica detalhadamente as modalidades para a obtenção das indulgências.
Em primeiro lugar, poderão obter a indulgência plenária os sacerdotes que, “arrependidos de coração”, rezem qualquer dia as Laudes ou Vésperas diante do Santíssimo Sacramento exposto para a adoração pública ou no sacrário e, seguindo o exemplo de São João Maria Vianney, ofereçam-se para celebrar os sacramentos, sobretudo a Confissão, “com espírito generoso e disposto”.
O texto indica que os sacerdotes poderão beneficiar-se da indulgência plenária aplicável a outros sacerdotes defuntos como sufrágio, se, em conformidade com as disposições vigentes, se confessarem, comungarem e rezarem pelas intenções do Papa.
Também receberão indulgência parcial, sempre aplicável aos irmãos no sacerdócio defuntos, “cada vez que rezarem orações devidamente aprovadas para levar uma vida santa e cumprir os ofícios que lhes foram confiados”.
Por outro lado, todos os cristãos poderão beneficiar-se de indulgência plenária sempre que, “arrependidos de coração”, assistirem à Santa Missa e oferecerem pelos sacerdotes da Igreja orações a Jesus Cristo e qualquer boa obra.
Tudo isso complementado com o sacramento da confissão e a oração pelas intenções do Papa “nos dias em que se abra e se conclua o Ano Sacerdotal, no dia do 150º aniversário da morte de São João Maria Vianney, nas primeiras quintas-feiras de cada mês ou em qualquer outro dia estabelecido pelos Ordinários dos lugares para a utilidade dos fiéis”.
Os idosos, doentes e todos aqueles que, por motivos legítimos, não possam sair de casa, também poderão obter a indulgência plenária se, com ânimo afastado do pecado e o propósito de cumprir as três condições necessárias assim que lhes for possível, “nos dias indicados rezarem pela santificação dos sacerdotes e oferecerem a Deus, por meio de Maria, Rainha dos Apóstolos, suas doenças e sofrimentos”.
O decreto indica que se concederá a indulgência parcial a todos os fiéis cada vez que rezarem 5 Pai Nossos, Ave Marias e Glórias, e outra oração devidamente aprovada “em honra do Sagrado Coração de Jesus, para que os sacerdotes se conservem em pureza e santidade de vida”.
O texto indica que o Santo Cura de Ars “aqui na terra foi um maravilhoso modelo de verdadeiro pastor do rebanho de Cristo”.
Também destaca que as indulgências podem ajudar os sacerdotes, junto com a oração e as boas obras, a obter “a graça de resplandecer com a fé, a esperança, a caridade e as demais virtudes” e “mostrar com sua conduta de vida, também com seu aspecto exterior, que estão plenamente dedicados ao bem espiritual das pessoas”.
terça-feira, maio 19, 2009
No you can't!
Adivinhem qual é que foi preso.
domingo, abril 05, 2009
Não tens tempo para rezar?
E dá para qualquer religião...
Onde iremos nós parar? Não dá para pagar e um computador trabalhar por mim?
terça-feira, março 31, 2009
Apetece tanto!
22 de Março de 2009 (na descrição do vídeo diz Maio, o que é obviamente um erro), militantes comunistas e de grupos homossexuais reuniram-se diante da porta da Catedral de Notre Dame, onde distribuiram preservativos e panfletos e gritaram palavras de ordem contra o Papa.
Alguns jovens católicos reagiram.
Esclarecimentos e comentários
1. Tenho dúvidas sobre a "catolicidade" de alguns dos presentes. Não pela reacção, a isso chegaremos, mas pelo aspecto. Parecem-me mais militantes de extrema-direita do que católicos e acredito que, pelo menos alguns, estariam lá mais movidos por ódio anti-homossexual e anticomunista do que por amor ao Papa. Há pelo menos um que é nitidamene skinhead e quem sabe alguma coisa sobre os skins (e eu sei), sabe que não há nada de católico nessa ideologia.
2. Não coloco aqui este vídeo nem como defesa, nem como condenação do que se passou. Coloco principalmente porque isto me parece um acontecimento digno de nota, que não vi ser mencionado em mais lado nenhum da comunicação social.
3. Uma explicação do meu título. De facto, apetece tanto, tanto, tanto, que às vezes só me apetece chorar. Se lá estivesse apetecer-me-ia também, como me apeteceu reagir violentamente quando vi, na última marcha contra o aborto, que os skinheads e neo-nazis do PNR estavam a tentar colar-se à nossa caminhada... como me apetece desatar à chapada tantas vezes quando vejo pessoas a insultar a minha fé e a minha religião. Mas até hoje sempre consegui resistir a essa tentação. Porque acredito que é uma tentação, e acredito que é pecado.
4. Tanto quanto percebo pelo vídeo, o primeiro gesto de violência parte de um dos jovens católicos, contra um tipo que andaria a distribuir panfletos. Penso que isso é importante para enquadrar o resto do vídeo.
5. Não pode ser esta a resposta. Não foi a resposta de Cristo quando o prenderam, insultaram, torturaram, não pode ser a nossa. Deus é amor. A nossa religião é uma religião de amor, e se o amor não implica que nos deixemos espezinhar e humilhar sem resposta, também não passa certamente por pontapés em voo contra quem nos ofende, digo eu.
6. Mas apetece tanto! Tanto...
sexta-feira, março 06, 2009
segunda-feira, março 02, 2009
São Tiago
Foi um momento muito especial e lembrei-me especialmente de vocês Santiagrinos. Rezei para que o Senhor continue a abençoar cada um de nós e as nossas famílias!
Aqui fica a prova!
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Casamento, sofrimento e vontade de Deus
Para quem não leu o que vai para trás (essencial para compreender aquilo que vou escrever), sugiro que vejam os comentários ao seguinte post no blog dos senzas.
João, recordas-te com certeza que tudo isto começou por eu dizer que não acredito que exista uma pessoa (cara metade, alma gémea, etc.) destinada a cada um de nós, ou pelo menos a cada um daqueles que se sente chamado à vocação do matrimónio.
Ao dizê-lo, estava a dizer que a Ana não me estava “destinada”, no sentido em que outras pessoas tinham argumentado anteriormente. Casei-me com a Ana, mas imagino que, caso a minha vida tivesse sido diferente (bastava eu não ter aceite o convite para ser RI das EJNS), talvez me tivesse casado com outra pessoa e fosse igualmente feliz, e a Ana idem aspas.
Por conseguinte, argumentei que não faz muito sentido dizer que o meu casamento fazia parte de um grande plano de Deus para a minha vida, pelo menos no sentido em que Deus mexe os cordelinhos para que eu me encontre com a Ana e me case com ela.
Porque no fundo é disso que estamos a falar, dizer que a Ana estava destinada por Deus, desde o princípio do mundo, para se casar comigo, implica que Deus teve uma parte activa em todas as condicionantes que levaram isso a acontecer. Ou seja, Deus fez com que eu fosse concebido num certo dia, e a Ana noutro, fez com que os meus pais regressassem para Portugal do Canadá, fez com que decidissem voltar para Lisboa do Porto, fez com que eu conhecesse as EJNS e me integrasse. Mais, fez com que eu fosse convidado para o Secretariado Internacional, e daí fez com que eu fosse convidado para ser Responsável. E atenção que estas são só as coisas simples, porque para eu nascer, foi preciso que a minha mãe tivesse um desmancho antes de ficar grávida de mim, isso também teve dedo de Deus?
Claro que Deus não fez abortar um filho da minha mãe só para que eu nascesse. Diria que isso é completamente evidente. Mas então como é? Deus adaptou-se à situação quando ela aconteceu? Então e se eu tivesse morrido num acidente antes de encontrar a Ana, ela ficava solteira para o resto da vida? Ou casava-se com outro? Mas então não seríamos obrigados a dizer que, por a Ana ter casado com outro, foi necessário eu ter morrido, logo Deus quis que eu morresse?
Então dir-me-ão que Deus não lida com as coisas desta maneira. O Senhor, no essencial, coloca as peças em movimento e acompanha o seu desenvolvimento. Mas então, dizer que Deus planeou que eu me encontrasse com a Ana faz tanto sentido como dizer que eu planeei que o Sol nascesse hoje de manhã, e que a prova disso é que nasceu mesmo.
Tentei explicar que a minha opinião é outra. Certamente a vontade de Deus tem aqui um papel. Resumidamente Deus quer-me santo, e quer a Ana santa, e na medida em que eu e a Ana procurámos conformar a nossa vontade à Dele, fomos progredindo em direcção à santidade (um caminho longo e difícil), e que quando nos conhecemos e nos apaixonámos, percebemos que a nossa união era uma forma de levar a bom porto esse plano que Deus tem para nós, esse sim, o da santidade.
Ou seja, nem as coisas aconteceram “por acaso”, nem porque Deus andou a mexer cordelinhos ao longo dos tempos, para que eu me casasse com aquela pessoa em particular. Nesse sentido sim, é difícil para mim, como dizes: “entender que Deus leva em conta todas as variáveis para juntar duas pessoas”.
Em contrapartida, já não me custa nada acreditar que Deus, por estar fora do tempo, sempre soube que eu e a Ana íamos casar, que a minha mãe ia ter um desmancho, que o meu avô iria sobreviver à guerra, ao contrário de dois dos seus irmãos, e que, e que e que…
Mas soube essas coisas sem ter que interferir na história para que elas acontecessem.
Quer isto dizer que Deus não intervém, ou está impedido de intervir na história? Não! Mas a essas intervenções, quer demos por elas ou não, chamamos milagres. Abundam, graças a Deus (quem mais?), e mostram o quanto Deus nos ama. Até acredito que em alguns casos particulares Deus interfira directamente na nossa história para que duas pessoas se conheçam, como sei que intervém por vezes para salvar vidas e curar doentes terminais, mas daí a dizer que para todos nós Deus tem um par perfeito reservado, é um grande salto.
Portanto, por tudo o que escrevi acima, não concordo contigo quando dizes que a minha argumentação implica que “apenas poderás agradecer [a Deus] a tua existência, porque tudo o que aconteceu daí para diante deveu-se às tuas decisões”. Compreendo que os meus argumentos possam ser levados nesse sentido, mas isso ignora a importância do meu esforço de conformar a minha vontade à vontade de Deus, e ignora o papel do Paráclito, o Espírito Santo que, sem me impor decisões, me aconselha em momentos de dificuldade. Por tudo isso posso agradecer a Deus e sei que a minha vida teria sido outra, bem pior, não fossem esses factores.
Repara que eu concordo contigo quando dizes que “vejo mais a vontade de Deus em todos os metros desse meu caminho, em todas as decisões que tomo, por mais ínfimas que sejam”, mas vejo-o dessa forma, através da suave sugestão, da iluminação da minha vontade, porque Deus me ama demais para retirar a livre vontade que me deu, ama-me demais para condicionar as minhas decisões, ama-me demais para me obrigar a ser feliz, sabe que essa felicidade só fará sentido se for eu a conquistá-la, que só assim será simultaneamente felicidade e santidade.

Queria também abordar aquilo que escreves sobre o mal, porque me parece que a tua visão não é correcta. Tu escreves:
“A vontade de Deus pode ser causar o mal? Absolutamente, claro que não. Mas aí teremos que definir o que é mal e o que é bem. Um cancro é mal? Sofrer é mal? Ou apenas o pecado é mal?”
Sim, o pecado é o verdadeiro mal, por assim dizer. Afinal é o pecado que nos afasta de Deus, e nada há pior que isso. Mas daí a dizer que apenas o pecado é mal? Parece-me descabido.
O pecado é mal, mas o cancro também… aliás, não é por acaso que o Génesis nos diz que a doença e a morte entraram no mundo por causa do pecado, há algo a aprender aí.
A doença pode-me aproximar de Deus, ajudar-me a reavaliar a minha vida, a ser uma pessoa melhor? Pode. Mas isso não faz com que a doença seja uma coisa boa, significa, isso sim, que eu retirei de uma situação má um fim bom. É essa a história de Cristo, que pegou em todo o mal do mundo, todos os nossos pecados, e transformou-o em salvação.
Escreveste: “Recordando as palavras de Nossa Senhora aos pastorinhos, em Maio: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de suplica pela conversão dos Pecadores?”
Nossa Senhora, como “porta-voz” de Deus propõe o sofrimento àquelas crianças. Pode Deus propor o mal? Não me parece. Então aquilo tem que ser bem.”
Sugiro que não leias os diálogos de Nossa Senhora com os pastorinhos de forma literal. Lembra-te que Ela estava a falar com crianças, e não pondo em causa o espírito de nada do que lhes disse, convém ter em conta a sua linguagem seria aplicada a essa situação.
Também não é por eles terem visto uma imagem do inferno que devemos acreditar que o inferno é mesmo como eles o descreveram, com chamas e tudo.
Não ponho em causa a possibilidade de transformar o sofrimento em acto de reparação pelos pecados, mas não acredito que as doenças que vitimaram os pastorinhos foram “enviados” por Deus. Acredito, isso sim, que Ele sabia que o Francisco e a Jacinta iam ficar doentes, que sofreriam muito, e que lhes propôs que transformassem esse sofrimento em graça.
Não me parece que este meu raciocínio ponha em causa o que escreves a seguir: “É o mistério da redenção, quem ama está disposto a sofrer. E esse sofrimento tem em vista acabar com o verdadeiro mal, as ofensas a Deus, e o pecado. Esse é o mal, é esse que Deus permite, mas que nunca propõe”, simplesmente onde tu estarás a supor que o sofrimento parte de uma vontade activa de Deus para aquela pessoa, eu não concordo.
Da mesma forma, estou completamente de acordo com o que citas da irmã Bridget McKenna, mas tenho sérias dúvidas que ela mesmo concordaria com a tua conclusão, que é Deus quem “queira que uma pessoa tenha cancro, para curar o mal espiritual de outras, ou dela própria”.
Finalmente, no fim do teu texto lamentas que “Achamos que o facto de haver uma vontade de Deus em relação a tudo o que temos que decidir, diminui de algum modo a nossa liberdade”
Eu não acho nada disso. Saber que há uma vontade de Deus em relação a tudo o que eu tenho que decidir mostra-me que Deus me ama como um pai e me acompanha intimamente, em tudo na minha vida. Ele sabe quantos cabelos tenho na cabeça (e nem o culpo por serem poucos!).
O que eu acho é que o facto de Deus condicionar as coisas que eu tenho que decidir na minha vida diminui, e muito, a minha liberdade. Por isso tenho a certeza que não o faz.
E pronto. Peço desculpa pela extensão da resposta e pela sua demora...
E aproveito para convidar outras pessoas a opinar sobre este assunto, seria uma pena a discussão ficar resumida a mim e ao Silveira quando há com certeza outras opiniões válidas para partilhar.
Beijinhos, abraços e santa quaresma!
terça-feira, fevereiro 24, 2009
Porquê?
Hoje estava a pensar nisso, porque estava já a pensar no que vou fazer na Quaresma, etc... e lembrei-me porque no Advento nunca pensamos em nada e falamos muito menos sobre isso..
A Quaresma está sempre presente, contamos o que fazemos e que não fazemos, onde almoçamos às 6ªs, a semana antes... vivemos tudo de uma forma mais intensa.
No Advento estamos preocupados com o que vamos dar no Natal, tudo com pressas, preparamo-nos menos...
Pelo menos sinto imenso isso, e não consigo arranjar uma razão óbvia para esta diferença.
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
sexta-feira, janeiro 30, 2009
segunda-feira, janeiro 26, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
Concílio Vaticano II
No próximo Domingo faz 50 anos que o bom Papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II.
Foi uma decisão que apanhou toda a gente de surpresa e que acabou por ter uma enorme importância na vida da Igreja.
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A nossa geração não conhece suficientemente bem o Concílio, o que é natural mas é pena.
Durante esta semana a Página 1, jornal on-line para o qual trabalho, está a publicar uma série de artigos e entrevistas com peritos em diferentes assuntos que marcaram o concílio, e com pessoas que o viveram mais de perto.
Ontem D. Manuel Clemente e D. Jorge Ortiga recordaram a importância que o Concílio teve nas suas juventudes. Hoje o liturgista Cónego João Peixoto fala sobre a reforma litúrgica. Amanhã o Pe. Peter Stilwell aborda as relações ecuménicas e inter-religiosas e teremos ainda conversas com o Pe. João Seabra e com o Pe. Tolentino até ao fim da semana.
Sugiro que leiam e que aproveitem estes testemunhos para vos familiarizarem com o Concílio.
Podem fazer o download do Página 1 aqui. Sai todos os dias por volta das 15h.
Entretanto, e por falar em ecumenismo, deixo-vos também o link para um vídeo feito por malta da Renascença. Não colaborei com ele, mas tenho pena. Está muito bem feito e é interessantíssimo.
Abraços e beijinhos!
quarta-feira, janeiro 07, 2009
Não sei se já conhecem...
http://www.catholicscomehome.org/
E se tiverem 3 minutos (literalmente!), vejam o vídeo que está em baixo da imagem grande de entrada que se chama Epic!
Os outros dois também são bons... mas o Epic é excelente! Enjoy..!
Ah, e BOM ANO aos que ainda não vi! :)
quarta-feira, dezembro 24, 2008
Um Santo Natal para todos!
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Com bolinha (já sem bolinha)
"Na próxima quinta-feira, dia 11 de Dezembro pelas 14h00, será lida no Tribunal da Póvoa de Varzim a sentença da Isabel, uma jovem mãe solteira que, após ter decidido levar a sua gravidez até ao fim e denunciado a violência da pressão familiar e social no sentido de abortar, se viu processada... pelo próprio pai!
Para nós, militantes pró-Vida, é especialmente doloroso verificar como a pressão para abortar pode partir de uma família "muito cristã" e até de um ministro da comunhão...
Por isso, não será sem algum sentido de penitência pelo desnorte do "povo de Deus" que lá procuraremos estar na quinta-feira num gesto de solidariedade humana com a Isabel que no momento decisivo optou pela Vida.
Convidamos os que puderem a ir também e, os que não puderem, a uma oração para que todas as mães tenham, como a Isabel, coragem para resistir à chantagem fatal, venha ela donde vier."
TUDO!*
*Pronto... eu mudei a imagem original. A que está agora é mais adequada e muito, muito mais necessária.
terça-feira, dezembro 09, 2008
Mais D. Januário
http://www.cristoeacidade.com/page42/page46/page46.html
Abraços,
Filipe
sexta-feira, dezembro 05, 2008
quinta-feira, dezembro 04, 2008
segunda-feira, novembro 10, 2008
Dar na outra face
Os srs. em questão são ortodoxos arménios e gregos (os das barbas são gregos). Mas na longa e triste história desta Igreja, também os católicos já molharam a sopa, não se preocupem.
Aqui, nesta Igreja, crucifica-se Cristo todos os dias pela desunião dos cristãos.
terça-feira, novembro 04, 2008
Ainda sobre o "Desabafo"
Em relação às críticas de ZMD (bem-vindo ao blogue, entretanto), aceito algumas delas. Tem toda a razão no que diz respeito ao tratamento que se dá a um bispo, quer se concorde com ou não com as suas posições.
Alterei, por isso, o último parágrafo do post. Não o fiz contrariado ou por cinismo, mas porque reconheci aí uma falta de respeito da minha parte que nada tem a ver com o resto do conteúdo.
Respondendo a algumas das suas outras objecções, caro amigo, confesso que não concordo quando diz: "Acima de tudo está a unidade da Igreja".
Acredite que a unidade da igreja não o preocupa mais a si do que a mim, mas acima dessa unidade tem de estar, sempre, a verdade. Não presumo a arrogância de a definir por mim, contra um bispo. Sei que tenho do meu lado (aliás, coloco-me eu ao lado de) a doutrina da Igreja no que diz respeito a estas questões; os ensinamentos de papas e de outros bispos, incluindo o meu, que é o Patriarca de Lisboa e não o Sr. D. Januário.
A unidade da Igreja nunca deve ser conseguida à custa da verdade. É por isso que o Arcebispo Marcel Lefebvre e alguns dos seus seguidores foram colocados de fora da nossa comunhão, e é esse o princípio central que norteia o diálogo ecuménico.
Todavia, dado o carácter público do evento de que eu falo, o lançamento de um livro, em local público e editado por uma editora que pertence ao maior grupo editorial do país, custa-me muito aceitar que tenha sido o meu post a contribuir para a desunião da Igreja, e não o evento ao qual reagi.
Qual é o bem? Mais uma vez, discordo da sua conclusão. Parece-me que, não obstante as suas outras críticas, há bem. Como disse, o acto do Sr. Bispo é público (como têm sido vários outros aos quais nem sequer me estou a referir), por isso não me parece grave que a censura que lhe faço seja pública também.
Onde lhe dou razão é na questão de limitar o meu “desabafo” a este blogue, pouco lido. Porque não quero fazer de “queixinhas”, reclamando aos superiores do Senhor Bispo em questão, pesquisei e encontrei o e-mail do D. Januário: januario@csarfa.mdn.gov.pt (atenção que este e-mail está num site público, pelo que não será indiscrição divulgá-lo). Vou escrever um e-mail a alertar o Sr. D. Januário para o meu post e para o meu desabafo, na esperança de que ele o leia e possa assim reconsiderar algumas das suas posições ou, caso verifique que sou eu quem está no erro, que me corrija.
Mas não tiro o post, nem penso que o deva fazer. Se não o tivesse escrito esta discussão não teria surgido. As pessoas que costumam cá vir não ficariam a saber deste acto público que, na minha opinião, constitui um escândalo e não se poderiam precaver contra ele.
Quando eu vejo que um Bispo promove um documento que diz respeito a um texto tão importante como o Humanae Vitae (e não o evangelium vitae, como erradamente escrevi no post original), parto do princípio que os conteúdos desse livro são sãos e de confiança. Muitos católicos poderão comprar e ler o livro, aceitando os erros que ele contém, precisamente por causa desse facto.
Este blog pode ser pouco lido, mas é lido por alguns. Se o meu post contribuiu para pelo menos uma dessas pessoas não ser levada no engano desse livro e do apoio a ele dado pelo Sr. D. Januário, será aí mesmo que encontrará o bem que lhe ilude.
ZMD, gostaria de agradecer os seus comentários. Calculo que continuará a discordar de mim, mas sem eles a questão não teria sido mais aprofundada e todos ficaríamos a perder.
Procurei escrever esta resposta/clarificação num espírito de humildade e não conflituoso, algo que por natureza não me é muito fácil, e espero ter conseguido. Peço desculpa se não o parecer.
A si os meus cumprimentos, aos restantes Peregrinos de Santiago, um grande abraço.
sexta-feira, outubro 31, 2008
Desabafo
Imaginemos que um Bispo é convidado para fazer a apresentação de uma obra sobre a história da Igreja, escrita por um homem que, na sua vida privada, defende coisas que são contrárias à doutrina da Igreja. Eu consigo imaginar isso. Não me choca.
O que me custa mais é imaginar um bispo a promover e a ajudar a divulgar um livro que critica as posições da Igreja sobre bio-ética, escrito por alguém que aproveita os 40 anos da publicação do Humanae Vitae para colocar os ensinamentos da igreja nesse campo em causa e que, durante o mais recente referendo sobre o aborto tomou posição pública, clara e militante a favor do aborto.
Não imagino e nunca imaginei. Gostaria que fosse apenas a minha imaginação, mas é real.
Lembram-se daquele episódio nos actos dos apóstolos em que S. Pedro participa no lançamento do pergaminho de Caiafás chamado: “A razão pela qual os cristãos devem ser todos mortos”? Eu também não.
Ouviram as histórias dos primeiros cristãos em Roma que, mesmo antes de serem lançados às feras, aplaudiam o direito ao imperador expressar a sua opinião de que os cristãos deviam ser todos mortos? Eu também não.
Lembram-se daquele célebre episódio em que o Papa Pio XII discursou no lançamento do "Mein Kampf", de Hitler? Pois, eu também não.
E aquela do Bispo católico que apoiou e ajudou a promover o livro a criticar as orientações católicas sobre ética médica e a defender, entre outras coisas, que crianças não nascidas sejam mortas no ventre das suas mães? Ah… essa lembro-me. Foi em Portugal.
Sr. D. Januário Torgal Ferreira, deixe-me dizer-lhe uma coisa. Não foi com atitudes como esta que S. Pedro converteu 5000 homens numa só manhã. Não foi certamente assim que os primeiros apóstolos viveram o Evangelho e DERAM A VIDA POR ELE.
O Sr. D. Januário é representante directo desses apóstolos. Pede-se-lhe coragem, clareza de espírito e humildade para guiar os fiéis, corrigir os seus erros (e não promovê-los) e defender a verdade. Repito, vossa eminência é descendente dos primeiros seguidores de Cristo. Agora, lembro-lhe que havia 12. 11 foram fiéis, outro nem tanto. Resta saber de quais é herdeiro.
(Editado, sem sarcasmos nem cinismo, por sugestão de ZMD nos comentários. Mudei também "evangelium vitae" para "humane vitae", um erro evidente.)
segunda-feira, outubro 27, 2008
Quatro Anos!
quinta-feira, outubro 23, 2008
PAPA!!
Era sobre a origem do nome PAPA, que ele tinha visto num livro do 4ºano...
PAPA - Pedro Apóstolo, Príncipe dos Apóstolos
Ehehe
quarta-feira, setembro 24, 2008
Mini-Peregrina
A ideia é arranjarmos almoços e jantares dados (fácil) e sitios para dormir (fácil). Estamos já a tentar um Padre (nem fácil nem dificil) que pelo menos fizesse uma visita para missa sábado e confissões.
Depois se houver carro excelente, senao mochila.
A ideia é irem apenas trabalhadores.
Fica a sugestão para quem se quiser juntar!
quinta-feira, setembro 18, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
É quando vejo coisas destas
Que começo a pensar que a nossa brincadeira dos "Flagelação" não é tão descabida quanto isso.
sexta-feira, setembro 12, 2008
Todos bem vindos
Religiões abrâamicas discutem Jejum
A propósito do Ramadão, que teve início no dia 1 de Setembro, a comunidade Islâmica de Lisboa (Sunita) organiza uma conferência sobre a importância do jejum para as três principais religiões monoteístas.
A conferência terá lugar no próximo Domingo, dia 14 de Setembro, e contará com um orador por cada religião. Os anfitriões serão representados por Moulana Jabir. O Rabino Eliser Shai falará do jejum de uma perspectiva judaica, e o Frei Isidro Lamelas apresenta a sua importância no seio do cristianismo.
Pelo facto das três religiões se considerarem herdeiras das promessas feitas por Deus a Abraão, há muitas coisas que têm em comum. O jejum toca a cristãos, muçulmanos e judeus devotos, embora em tempos e de formas diferentes.
Durante a conferência os presentes terão a oportunidade de aprender mais sobre as perspectivas e visões de cada tradição religiosa.
Os muçulmanos jejuam durante todo o mês do Ramadão. Sendo baseado no calendário islâmico, que é lunar, o mês de jejum calha a alturas diferentes do ano civil usado no Ocidente. De 1 a 30 de Setembro, os muçulmanos saudáveis abdicarão de comer durante o dia. Tradicionalmente acordam antes do nascer do sol para tomar uma refeição, e apenas quebram o jejum ao fim do dia, quando começa a escurecer.
Já os judeus jejuam durante alguns dias do ano, em particular o Yom Kipur e o Tisha B’Av, o dia em que se recorda a destruição do templo de Jerusalém pelos romanos.
No cristianismo, o jejum é frequentemente associado aos 40 dias da Quaresma, recordando o mesmo número de dias que Jesus passou no deserto em que, segundo o Evangelho, não terá comido nem bebido, dedicando-se inteiramente à oração.
Durante essa época o jejum completo apenas é recomendado na Quarta-feira de cinzas e Sexta-feira Santa, na Igreja Católica, e é normalmente interpretado como reduzir a alimentação a apenas uma refeição completa, sendo que esta deverá ser simples. Outras tradições cristãs têm regras mais rígidas. No mundo ortodoxo é frequente não se comer qualquer derivado de animal durante toda a Quaresma.
A conferência de Domingo faz parte de um ciclo de conferências que assinalam o Ramadão e é aberta ao público em geral. Terá lugar na Mesquita Central de Lisboa, com começo previsto para as 18h00.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Show God

sexta-feira, agosto 15, 2008
domingo, julho 20, 2008
E as próximas JMJ serão em...
O nosso Papa Bento XVI anunciou hoje perante 300.000 peregrinos em Sidney, que as próximas jornadas serão em Madrid 2011.
Uma boa oportunidade para os jovens e não jovens irem ver o Papa mesmo aqui ao lado:)
E em ano de Enc.Internacional das EJNS, os futuros responsáveis, podiam tentar fazê-lo em Portugal, apesar de ser ano de fora da Europa, as JMJ são um bom trunfo!
sexta-feira, julho 18, 2008
domingo, julho 13, 2008
Lembram-se do Amaro Franco?
Pois é, já chegou ao seu destino, no passado dia 4 de Julho. Correu tudo muito bem e milhares de pessoas foram ajudando ao longo do caminho. Durante a sua caminhada foi preso na Síria, onde esteve 28 horas detido, e que diz ter sido uma grande prova de paciência e foi detido novamente na Jordânia, por ser considerado um homem-bomba. Mas, além detenções, atingiu Jerusalém dia 4 de Julho e achou uma desilusão a cidade, com muito barulho, confusão e turistas.
Parabéns Amaro!
A 1ª peregrinação deste homem foi em 1992 a Santiago! Realmente só poderia mesmo ter ligações connosco!
quarta-feira, julho 02, 2008
Bento XVI caminha no lado escuro?
Esta fotografia mostra o Papa Bento XVI, juntamente com o Arcebispo de Cantuária (Anglicano). Mas reparem no detalhe no círculo encarnado. Quem se encontra no ombro do Papa, a sussurrar-lhe para o ouvido, sabe-se lá que conselhos?

Isso mesmo. Darth Vader... Nunca pensei que chegasse a isto, sinto-me perdido e traído. Não sei o que fazer.
quinta-feira, junho 26, 2008
segunda-feira, junho 16, 2008
Conferência a não perder!
Esta é uma conferência a não perder. Quem for terá a oportunidade de conhecer mais de perto o equivalente ao ministro da Cultura do Vaticano e, quem sabe, tirar uma foto com ele (assim garante-se a presença dos Senzas).
A entrada é gratis! (mais uma razão para os Senzas irem).
A presença será notada pelo nosso querido Pe. Tolentino, por isso quem for não deixará de subir nas boas graças do nosso padre-poeta.

E, mais importante de tudo, a conferência é às 18h, pelo que acabará perfeitamente a tempo de voltarem para casa para ver a bola...
segunda-feira, junho 02, 2008
Santas doçuras

sexta-feira, maio 23, 2008
Primeiro as uniões de facto...
mas confesso que esta, nem eu poderia ter previsto.

segunda-feira, maio 19, 2008
Pus no 'Angelus' blog, pq n aqui tambem?
Decidi fazer isso e fiquei encantada com esta velhinha!
Leiam!
Irena Sendler (in Polish also: Irena Sendlerowa; de domo Krzyżanowska; February 15, 1910 – May 12, 2008)[1] was a Polish social worker. During World War II she was an activist in the Polish Underground and the Żegota Polish anti-Holocaust resistance in Warsaw. She helped save 2,500 Jewish children from the Warsaw Ghetto by providing them with false documents and sheltering them in individual and group children's homes outside the Ghetto. During the World War II German occupation of Poland, Sendler lived in Warsaw (before that she lived in Tarczyn) while working for the city's Social Welfare Department. Under the pretext of conducting inspections of sanitary conditions during a typhoid outbreak, Sendler visited the ghetto and smuggled out babies and small children in ambulances and trams, sometimes disguising them as packages.[3] She also used the old courthouse of the edge of the Warsaw Ghetto (still standing) as one of the main routes of smuggling children out. She started helping Jews a long time before the Warsaw Ghetto was established. As early as 1939, when the Germans invaded Poland, she began helping Jews by offering them food and shelter. Irena and her helpers made over 3,000 false documents to help Jewish families, before she joined Zegota and the children's division. Helping Jews was very risky — in German-occupied Poland, all household members were punished by death if a hidden Jew was found in their house. This punishment was more severe than those applied in other occupied European countries. In December 1942, the newly created Children's Section of the Żegota (Council for Aid to Jews), nominated her (under her cover name Jolanta[4]) to head its children's department. As an employee of the Social Welfare Department, she had a special permit to enter the Warsaw Ghetto, to check for signs of typhus, something the Nazis feared would spread beyond the ghetto.[5] During the visits, she wore a Star of David as a sign of solidarity with the Jewish people and so as not to call attention to herself. She cooperated with the Children's Section of the Municipal Administration, linked with the RGO (Central Welfare Council), a Polish Relief Organization tolerated under German supervision. She organized the smuggling of Jewish children from the Ghetto, carrying them out in boxes, suitcases and trolleys.[2] The children were placed with Polish families, the Warsaw orphanage of the Sisters of the Family of Mary or Roman Catholic convents such as the Sisters Little Servants of the Immaculate Conception of the Blessed Mary[6] at Turkowice and Chotomów. Some were smuggled to priests in parish rectories where they could be further hidden. She hid lists of their names in jars, in order to keep track of their original and new identities. Zegota assured the children that, when the war was over, they must be returned to Jewish relatives.[1] In 1943, Sendler was arrested by the Gestapo, severely tortured, and sentenced to death. Żegota saved her by bribing the German guards on the way to her execution. She was left in the woods, unconscious and with broken arms and legs.[2] She was listed on public bulletin boards as among those executed. For the remainder of the war, she lived in hiding, but continued her work for the Jewish children. After the war, she dug up the jars containing the children's identities and began an attempt to find the children and return them to living parents. However, almost all the children's parents had died at the Treblinka extermination camp. http://en.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler
quarta-feira, maio 07, 2008
Novo Bispo Auxiliar de Lisboa - Bem vindo!
Já que estamos numa de bispos, fica aqui uma nota de boas vindas e de Graças a Deus pelo novo bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Mendes.Tive a honra de lhe ser apresentado há 15 dias atrás, a propósito da reunião de apresentação dos crismandos e posteriormente a graça de participar na missa a que presidiu no passado dia 3 de Maio, em que ministrou o sacramento da confirmação aos jovens da 3ª vigararia de Lisboa, entre os quais se contavam os "meus meninos" da catequese.
Fica aqui um excerto da Agência Ecclesia:
D. Joaquim Mendes fora nomeado Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa a 31 de Janeiro, por Bento XVI. O seu lema episcopal é o mesmo que escolheu a quando da ordenação sacerdotal: “Eu estou no meio de vós, como aquele que serve” (Lc 22,27). Ao prelado, de 59 anos, foi atribuído o título de Bispo titular de Caliabria, junto de Ciudad Rodrigo.
D. Joaquim Augusto da Silva Mendes nasceu a 14 de Março de 1948, sendo natural de Castelões de Cepeda (Paredes), diocese do Porto. Ingressou no Noviciado da Congregação Salesiana, em Manique, a 4 de Outubro de 1974 e emitiu os votos perpétuos na Sociedade Salesiana de S. João de Bosco 15 de Abril de 1981. Recebeu a ordenação sacerdotal a 24 de Julho de 1983. É licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa e em Teologia Espiritual pela Universidade Pontifícia Salesiana, de Roma.
Exerceu, entre outros cargos, os de Assistente Diocesano do Renovamento Carismático Católico na diocese do Porto (1991-1999); Presidente da Conferência Regional dos Institutos Religiosos da diocese do Porto (1993-1996); Membro do Conselho presbiteral da diocese do Porto, em representação dos Institutos Religiosos (1994-2000); Membro da Direcção da Conferência Nacional dos Institutos Religiosos (2002-2005). Na Família Salesiana, além de outros cargos, foi Superior Maior da Província Portuguesa (1999-2005) e Director da Escola Salesiana de Manique, lugar que desempenhou com a maior aceitação e prestígio.
Na Bula pontifícia de nomeação, Bento XVI frisa que “atendendo às dimensões da Igreja do Patriarcado de Lisboa e ao seu grande número de católicos, é conveniente que haja vários Bispos Auxiliares a animá-la, a fim de não ser negligenciada a obra de salvação dos cristãos”.
sábado, abril 12, 2008
A questão da oediência aos bispos
Mas o que dizer ou fazer quando um bispo diz o que disse D. Carlos Azevedo no final deste programa sobre as relações entre a Igreja e a maçonaria?
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=20716
Como católico, dizer-me incomodado é pouco.
terça-feira, março 18, 2008
Frase
Vasco P. Magalhães, sj
sábado, março 15, 2008
Dois mil anos mais tarde...

sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Artigo Ícones
Convido-vos a ver o seguinte artigo que acabei de escrever e publicar no site da Pastoral da Cultura. Agradeço comentários e outros pontos de vista.
Beijinhos e abraços!
Filipe
terça-feira, fevereiro 19, 2008
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Quiz grego
a) Errado
b) Má onda
c) Quê?
d) Porquê?
e) Ecuménico
VOTE NO BLOG DO LADO - http://mariabenaki.blogspot.com
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Missa em Grego!
ups, o que é bom?
No meio da confusão entrar numa Igreja Católica, é como chegar a casa, é como estar em casa!
Depois toda uma Missa em grego!Realmente, os Católicos são bondosos e presentes em todo o Mundo, quando mais precisamos, senta-se uma senhora ao nosso lado com o Missal em Inglês e que partilhou connosco durante toda a missa... pois bem, senhora Católica e tal.. que fez ela no fim?? deu-nos o Missal para a Maria continuar a levar durante este tempo em Atenas, que amor! Missal de borla ;) O Espírito Santo não dorme, nunca!
De resto tudo igual a cá, é tão giro ver linguas tão diferentes e tudo tão igual! Apenas factos curiosos, ajoelham-se todos a seguir ao Cordeiro de Deus, apenas alguns o fazem em Portugal, ficam ajoelhados até ao fim da Consagração, alguns apenas o fazem por cá, e não cantam lá muito bem, como alguns o fazem por cá e a seguir ao ofertório levantam-se só a seguir à aclamação: O Senhor esteja convosco, alguns o fazem por cá, geralmente os mais velhos...
->Porquê estas diferenças? quando se deve relamente ajoelhar, levantar? era bom nos comentários cada um partilhar porque o faz ou porque aprendeu a fazer isso...
A experiencia da missa em grego...
PS- A Sra.Prazeres deles é fortissima, lê e passa a Missa toda dum lado para o outro a ver se alguem se ta a portar mal.. eu tive a infelicidade de por os pés em cima de onde nos pomos de joelhos..
PPS- Não vale dizer que é indiferente ser grego ou inglês para mim!
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Dicas para a Quaresma '08 - Colégio S Joao de Brito
Que gozo tiro da Tua presença na minha vida, Senhor?
Dicas para a Quaresma '08 - Colégio S Joao de Brito
Que gozo tiro da Tua presença na minha vida, Senhor?
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Obrigado...
aos que estiveram presentes para dar um abraço.
aos que não deram um abraço mas estiveram presentes à mesma.
aos que não puderam estar presentes mas mandaram mensagens.
aos que simplesmente fizeram o mais importante, que é rezar.
e ainda aos que se calhar nem souberam que a minha avó tinha adormecido no regaço do Senhor mas que, sabendo agora, ainda se vão lembrar disso nas suas orações.
Muito obrigado a todos.
domingo, janeiro 27, 2008
Regresso (mais um vez!)
Estarão todos presentes na minha oração!
Que importante foi esta nossa peregrinação... não me esqueço!
Bjs e abrs
sábado, janeiro 26, 2008
Salmos Imprecatórios, uma aula!
Para os que realmente desejam aprender, aqui está uma bocadinho da matéria que eu (e provavelmente também o Filipe) aprendi na cadeira de Propedêutica Bíblica. Vale a pena ler tudo e não só passar os olhos!
Os salmos que contêm imprecações são os números 58; 109; 82; 83; 35.
Aqui fica uma pequena exposição do Sr Prof Pe Armindo dos Santos Vaz
* Frequentemente o género literário de imprecação faz com que apareçam as formas mais gráficas, refinadas e duras, as menos calculadas e, portanto, chocantes para a mentalidade e sensibilidade cristã. Muitas vezes não são senão fruto da imaginação desenfreada, com vocabulário colorido e sonoro, feito de hipérboles sem limites, com formas estereotipadas da linguagem oriental, clichés literários convencionais, tendentes a impressionar ou a exprimir com veemência e autenticidade um pedaço de vida diante de Deus. Assim, as imprecações não são senão o veículo literário da vibração fogosa da alma semita, fortemente imaginativa e realista. Muitas vezes são imprecações literárias e poéticas (cf. Sl 109,17ss). Entender esta linguagem imagética como linguagem conceptual falseia o seu sentido real.
* As imprecações contra os ímpios eram fundamentalmente éticas, enquanto ditadas por um profundo sentido de justiça: visavam a punição do ímpio pecador; nasciam do zelo ardente do Salmista pela honra de Deus e pelo bem do povo. Por isso, até eram formuladas sobretudo na oração (nos Salmos imprecatórios). Frequentemente têm como contexto a “lei de talião” (Ex 21,13s), que exprimia, embora de forma rude, o princípio de que toda a culpa deve ser punida. Quando o justo invocava o castigo sobre os seus adversários tinha sentimentos rectos. Nas imprecações o piedoso de algum modo identificava a própria causa com a de Deus, ao menos com a causa da justiça e da rectidão; nas afrontas que sofria dos malvados via a ofensa da própria honra divina. Por isso, quem imprecava exprimia o desejo legítimo de que não houvesse mais inimigos de Deus. A veemência verbal mais incendiada era entendida como sinal de maior amor a Deus [1].
* Quem imprecava não queria exercer a justiça/vingança por sua própria conta; manifestava o desejo veemente de que a justiça fosse exercida; por isso, pedia-a ao próprio Deus, justo, que, segundo a fé do tempo do salmista, dá a cada um segundo as suas próprias obras durante a vida terrena, pois ainda não tinha a ideia da retribuição escatológica na vida eterna. Para ele, a justiça de Deus só se podia efectivar no âmbito da vida temporal. Assim, sob este aspecto, as imprecações eram a expressão de almas dolorosamente provadas e limitadas aos horizontes deste mundo. A transferência dos desejos de vingança para Deus permitia ao orante uma espécie de catarse, descarregando-se deles e impedindo a explosão da violência física.
* No AT o mal e o bem eram captados ‘concretamente’ em quem os realizava. Não se distinguia adequadamente entre pecado e pecador, vistos como uma única coisa. Dado que, segundo pensavam, Deus odiava o “pecador”, era normal que o justo odiasse aquilo que Deus odiava (cf. Sl 139,21; 15,4) e amasse o que Deus amava.
* O ódio contra os malvados compreende-se atendendo a que eles não eram simples inimigos pessoais, mas gente que punha em perigo a fidelidade à Lei do Senhor, tentadores, incarnação das potências do mal, gente que com as suas maquinações tentava afastar o justo da prática religiosa [2].
Estas observações não devem banalizar os textos bíblicos que apelam à vingança divina. Tentando compreender esse discurso, tem de ser dito que ele hoje não é legítimo em nenhuma situação. A própria Bíblia mostra que não se pode encerrar Deus numa concepção simétrica em que ele se opõe aos seus opositores, como um Deus justiceiro.
Uma vez compreendido por que estão na Bíblia do AT, problema mais agudo é o de decidir se conviria rezar os Salmos imprecatórios hoje, na oração oficial da Igreja do NT. A Introdução à Liturgia das Horas de 1971 excluiu da liturgia eclesial três salmos inteiros (58, 83 e 109) e todos os versículos de carácter imprecatório. A solução não seria banir essas orações da oração da Igreja, mas em compreendê-los e em perceber por que estão na Bíblia. Eles podem ser a linguagem ou expressão dos lamentos e da revolta interior do cristão, que ainda hoje e mais do que no tempo dos salmistas hebreus depara constantemente com o mal moral. Esses salmos podem servir para as vítimas da violência elevarem o seu grito de pedido de justiça a Deus, num protesto orante e não violento face à violência e ao medo. Nos salmos, entregar a ‘desforra’ a Deus implica renúncia à vingança por parte do ofendido (ver Sl 94). Jesus também os rezou, assumindo nessa sua oração a inconformidade de todo o cristão relativamente ao mal moral.
[1] Cf. Ne 3,36-37; 5,13. E. ZENGER, Ein Gott der Rache? (Freiburg 19982) trata dos chamados salmos da ira de Deus. Ver tradução inglesa, da 1ª ed.: A God of Vengeance? (Louisville 1996).
[2] Sobre as “imprecações”, cf. L. JACQUET, Les Psaumes et le coeur de l’homme. Étude textuelle, littéraire et doctrinale I (Duculot 1975) 130-144; M. de TUYA - J. SALGUERO, Introducción a la Biblia, I, pp. 286-314.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Salmos imprecatórios...
E comentem! E os que não saibem escusam de fingir, são todos aqueles que ficaram calados!Quem sabe pode explicar nos comentários..
quarta-feira, janeiro 16, 2008
Despenalização do fumo e do aborto
16.01.2008, Catarina Almeida
Enquanto o Governo proíbe o cigarro, permite e paga o aborto
O Presidente da República Portuguesa convocou hoje o referendo à despenalização do fumo em locais públicos, depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado favoravelmente à pergunta: "Concorda com a despenalização do fumo em locais públicos, se realizado por opção do fumador maior de idade ou emancipado?"Desde 2008, conhecem-se 130 processos terminados, com 344 arguidos (todos de baixos rendimentos) e 103 condenações. Segundo a análise feita pelos deputados que requereram o referendo, a maioria dos fumadores julgados tinha entre 35 e 50 anos e fumava por prazer.Conhece-se agora o primeiro movimento a favor da despenalização, Sim, Fumamos! No documento constitutivo do movimento, que reúne fumadores de vários quadrantes políticos, partidários e culturais, lê-se: "Os julgamentos de Lisboa, Coimbra e Braga são exemplos da ineficácia da actual lei - não evita que se fume e coloca os fumadores numa posição desumana de penalização e humilhação."Aquando da elaboração da lei, o Governo de Sócrates afirmou ter em conta sobretudo a prevenção do tabagismo, proibindo-o, protegendo assim a sociedade, principalmente os cidadãos mais vulneráveis. "É vergonhosa a condição a que nós, fumadores, somos remetidos. Empurram-nos para a barra do tribunal, abrindo espaço a que se criem espaços privados de higiene e condições. Somos actualmente vítimas do fumo do vão de escada e sentimo-nos verdadeiros criminosos. No entanto, aqueles que têm posses conseguem fumar sem ser importunados."Enquanto a actual lei se mantiver, acontecerão as denúncias e, como consequência, a investigação policial sobre fumadores e suas famílias. O tabagismo clandestino é um flagelo e um problema de saúde pública. A actual política de proibição impede o SNS de ajudar os fumadores, prevenindo os seus riscos através da educação para a saúde.Talvez não cheguemos a ler esta notícia no ano de 2028. É, claro está, uma analogia aparentemente exagerada e desproporcionada entre o aborto e a caça aos fumadores.Mas a verdade é que vivemos numa sociedade onde o aborto não é penalizado em nome da liberdade individual; ao mesmo tempo, vemos nos primeiros dias de Janeiro notícias como "Três homens apanhados a fumar pela polícia".Que modelo de sociedade estamos a construir e, sobretudo, o que significa para nós a liberdade? Somos actualmente a sociedade do "sanitariamente correcto", mesmo que não se olhe a medidas despropositadas para impor ao indivíduo o que ele pode ou não fazer. O critério da razoabilidade e da intervenção mínima do Estado nas liberdades individuais é preterido em função do padrão uniformizador dos hábitos e das consciências.Está patente aos olhos de todos que o tabagismo é um problema actual e efectivo. O ataque às causas, a prevenção e, sobretudo, a sua proibição são medidas indiscutivelmente eficazes na luta contra uma das maiores causas de mortalidade a nível mundial.Porém, o mesmo raciocínio não serve já interesses tão ou mais fundamentais como o valor da vida em si, o valor da vida dos outros. Enquanto o Governo proíbe o cigarro, permite e paga o aborto. Por absurdo, uma grávida com menos de 10 semanas pode ser punida por fumar, mas não o será se abortar o seu filho.O aborto é um flagelo a ser combatido. Há um ano poderíamos acrescentar que até aqui estamos todos de acordo. Mas não é verdade: um primeiro balanço da aplicação da lei do aborto mostra-nos já, ainda a quente, que a banalização do aborto é o resultado da permissividade com que passámos a tratar a questão. Portugal precisa de uma política de saúde consistente e coerente: identificar os males, combater as causas, fomentar as práticas que evitem o flagelo, seja através da prevenção, seja através do apoio às alternativas e, finalmente, proibir as práticas prejudiciais, respeitando os valores de liberdade em confronto.Do tabagismo poderá recuperar-se o fumador, do aborto nunca mais se recuperarão pelo menos duas vítimas: a mãe e o seu filho. Ainda continuamos a tempo de o evitar. Fumadora e ex-mandatária do Diz Que Não
terça-feira, janeiro 15, 2008
Quiz II
PS1- Pe.Nuno sei que lê o blog, por isso também pode responder.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Um género de quiz I
Só vale dizer sim ou não nos comentários... pois pode vir a pergunta II, III e se alguém quiser fazer mais o IV e V e por aí fora...
sexta-feira, dezembro 21, 2007
NATAL

quarta-feira, dezembro 19, 2007
Acção!
Pruponho passarmos à acção e durante esta semana, dar um lanche ou alguma coisa a qualquer sem-abrigo ou a alguém que necessite de verdade. Saber levar-lhe Jesus, olhar para ele como crianças e pedirmos por todas as vezes que nos esquecemos dos mais frágeis e dos mais pobres.
Aqui fica o desafio!
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Qurbana Siro-Malabar

segunda-feira, dezembro 10, 2007
Oração do Coração
Partindo da exortação apostólica "Orai sem Cessar" (1Ts 5.17) e da promessa de Cristo de que "Qualquer coisa que me pedirdes em meu nome, vo-lo farei" (Jo. 14, 14) os Monges desenvolveram a oração do coração. Trata-se de repetir a oração de Jesus: "Senhor Jesus Cristo, tende piedade de mim" ou uma variante como "Senhor Jesus Cristo, tende piedade de mim, um pecador" ou "Senhor Jesus Cristo, filho de Deus Vivo, tende piedade de mim, um pecador". Mas quando digo que se repete, não são 10 vezes, nem 100 nem 1000, é sem parar: "Orai sem Cessar".
Com o tempo e a experiência a oração torna-se de tal forma interiorizada que o coração já a reza por si, ao ritmo do seu batimento. Estando constantemente a pensar e a repetir o nome sagrado de Cristo, o próprio coração rechaça qualquer pensamento pecaminoso, a pessoa dá por si a rezar permanentemente. Acorda a rezar, adormece a rezar, dorme a rezar.
Obviamente isto não é uma coisa que se aprende de um dia para o outro, leva anos, mas é possível.
O desafio que proponho não é de atingir já neste advento a Oração do Coração. Porém, sugiro que se faça o seguinte:
1) Que nos habituemos a rezá-la. Tentem rezar esta oração, repetindo-a sem parar, quando adormecem. Evitem pensar em muita coisa, deixem-na trabalhar no vosso corpo e na vossa mente.
2) Que cada vez que nos virmos perante uma tentação, seja de pensamento ou de acção, digamos a oração de Jesus, as vezes que for preciso, até que a situação melhore. Assim começamos a compreender a força da invocação do sagrado nome de Cristo.
3) Se virem que estas práticas estão a funcionar e quiserem saber mais, que comprem, ou peçam para o Natal o livro "Relatos de um Peregrino Russo ao seu Pai Espiritual" (Edições Paulinas, lançado este mês) que é um tratado espectacular sobre a oração do coração que, lido com calma e com fé, poderá mudar a vossa vida de oração para sempre.
Boa continuação de advento, enquanto caminhamos para o Domingo da Alegria!
Senhor Jesus Cristo, tende piedade de nós, pecadores.
terça-feira, dezembro 04, 2007
Olhar como os Pequeninos
Estamos em Tempo de Advento, de preparação dos nossos corações para a chegada d'Aquele que se fez pequenino por nós!sexta-feira, novembro 30, 2007
Qual é a tua 'China'?!
Preocupava-se constantemente: "ainda ha gente a quem temos de levar Jesus", e assim percorreu o oriente... India, Japao, e morreu ao largo da China...
Disseram-me (nunca o confirmei, mas acredito), que foi a pessoa que mais gente baptizou, depois de Paulo.
Hoje tive um dilema... como Lhe vou levar mais e mais coracoes? Como posso fazer com que esta fe nao seja "minha", mas "nossa"?! Como vou partilhar tudo isto, para que mais gente possa VIVER?! Como vou levar Jesus a mais gente?! Até onde vou normalmente nesta minha conquista?! Longe?! Onde quero chegar?! Qual é a minha 'China'?!
Hoje (segunda), proponho que levemos Cristo a alguém, levemos a alegria de O conhecer a alguem, alguem que pode estar ao nosso lado todos os dias, mas que nao O conheca, ou conheca pouco...
Como? Falando d'Ele, lembrando o verdadeiro significado do Natal (tambem a nos proprios!), reconhecendo o amor que Lhe sentimos, assumindo a um amigo nao-beato que vamos a missa e nao "tomar um cafe com um amigo", dizendo a pessoa ao nosso lado, com o maior dos orgulhos que estamos a ler um livro beato! Nao sei, puxem pela imaginacao!
Mas proponho:
- Que pensemos no "como O levar mais aos outros no dia-a-dia"
- Que pensemos no verdadeiro sentido do Natal, para comecar este caminho pelo PRINCIPIO!
- Que descubramos qual e a nossa 'China', onde queremos chegar nesta entrega?
- Que ponhamos tudo isto em pratica, levando-O a alguem, HOJE!
segunda-feira, novembro 26, 2007
A caminho...
Quem inventa ideias para um novo jogo? visto perguntas sobre o Advento já ser dificil...
segunda-feira, novembro 19, 2007
Anjos...
"Que penso dos Anjos?"
Eu acrescento, como e que os Anjos nos ajudam a chegar (ao Amor de) Deus?
(e deixemos de fora qq piadinha q se relacione com a zona onde o Pipos vive, sff! ;) )
quarta-feira, novembro 14, 2007
Sentido de justiça...
Relacionado com o post do blog do lado...
"Pôr os padres a fazer apenas o que lhes pertence e entregar aos leigos boa parte da actividade paroquial e das comunidades, foi uma das mais concretas recomendações do Papa aos bispos portugueses. Ideia com a qual todos parecem concordar, mas que ainda assusta muitos padres em Portugal. D. Jorge Ortiga, presidente da Conferência Episcopal (CEP) disse que “ainda há muitos padres com medo dos leigos”, situação que “é necessário combater”. D. Carlos Azevedo, porta-voz da CEP, diz que “não se compreende que um padre ande preocupado com a construção de lares ou centros de dia, porque essa tarefa pode e deve ser levada a cabo por leigos. O padre deve preocupar-se com a qualidade das celebrações, da catequese e da evangelização”
Estava a investigar e a ler sobre a ida dos Bispos portugueses e li isto, e achei interessante.
Será que isto é possível? apesar de todos concordarem que era o melhor... As nossas paróquias têm capacidade para fazer esta separação das actividades dos leigos e dos Padres?
Os Padres não se devem mesmo preocupar com lares e centros? não sei... mas se o Papa diz, eu tou de acordo! Mas lembro-me de um exemplo: Pe.Arsénio, e um exemplo destes não é óptimo para a paróquia? acho que sim...
segunda-feira, novembro 12, 2007
Boa notícia a Oriente.
Depois de três anos, a estudar esta possibilidade, a China aceitou que se abrisse esta licenciatura. Este projecto foi elaborado e enviado pelo Pe.Peter Stilwell, segundo as normas da Santa Sé.
Boa notícia também porque ninguém esperava uma aprovação tão rápida.
Aliás, como curiosidade, o Pe.Peter conseguiu a aprovação da China/Macau, mais depressa, do que a aprovação do Vaticano, devido às suas relações com Pequim. O assunto foi mesmo tratado pelo Cardeal Bertone, que cá esteve em Outubro.
Este curso ficará sob a tutela da UCP.
Evangelizar no Oriente, viva!
¡Por que no te callas!
O Rei Juan "Santana" Carlos é que esteve muito bem perante dois autênticos idiotas, o Chaves e o Ortega... Muitos deviam ter esta coragem para dizer: Porque não te calas, oh palerma!?
É verdade que o "oh palerma" não existiu, mas tenho pena. Tinha tido muito mais graça, mas fica para a próxima, já esteve muito bem ao mandá-lo calar e ao saír da sala mais tarde.
Já agora, também admiro a defesa do Zapatero ao antigo PM Aznar. Primeira atitude dele que eu gostei.
terça-feira, novembro 06, 2007
Roma, Assis e vizinhos...
Roma é o Papa, e desculpem lá ele ter olhado e sorrido para a minha fotografia e depois abençoado!
ASSIS: A missa com o Bernardo, no convento onde S.Francisco se retirava para rezar!
Vizinhos, conhecem o sítio?? ouvi dizer que alguém dormiu aqui!

PS- e também foi um bocadinho futebol!
Roma e Assis, vale sempre a pena voltar! quando vamos todos?
Uma pergunta?
Francisco, Magriço, Joana, Laura, Pi, Ana, Maria, Duarte, Guedes, Filipe e Leonor, vamos obdecer ao Cardeal ou ser hereges e nunca fazer um post?
quarta-feira, outubro 31, 2007
Cardinal Urges Religious to Get Blogging
Says Internet Youth Forums Need Real Christian Message
ROME, OCT. 28, 2007 (Zenit.org).-
Benedict XVI's vicar for the Diocese of Rome expressed his hopes that religious men and women increase their use of information technology, and thus take advantage of what he called a new form of apostolate.
Cardianl Camillo Ruini spoke to the religious at the Pontifical Urbanian University during the diocesan gathering of the Union of Major Superiors of Italy, which represents 1,287 communities and 22,000 religious in Rome.
According to the Roman diocesan weekly RomaSette, Cardinal Ruini said: "A priest from Novara told me that the theme of 'Jesus' is very much discussed by youth in blogs. The focus, though, comes from destructive books that are widespread today, and not from Benedict XVI’s book ‘Jesus of Nazareth.'
"What will the idea of Christ be in 10 years if these ideas triumph?"
The true Jesus
The 76-year-old prelate admitted, "I don’t understand the Internet, but especially young religious ought to enter blogs and correct the opinions of the youth, showing them the true Jesus.”
Ora bem, isto em português seria algo do género:
Cardeal encoraja cristãos a usar os blogs.
O vigário papal da diocese de Roma espera que os jovens religiosos usem as novas tecnologias e tirem proveito desta nova forma de apostolado.
O Cardeal disse ainda o seguinte: «Eu não percebo a internet. Mas dizque nestas coisas que se chamam blogs, os jovens andam a falar muito do tema de Jesus. Mas, imagine-se, as as ideias vêm de livros destrutivos que circulam por aí hoje em dia em vez do livro Jesus de Nazaré, do Papa! Se isto continuar assim, daqui a dez anos, comé?
Os religiosos jovens e radicais, têm que entrar nos blogs e mostrar aos jovens o verdadeiro Jesus.»
Consegui ainda apurar que o Cardeal terá dito também o seguinte:
«Como bom exemplo destes blogs de qualidade, posso apontar um dos Pelegrinis de San Jacob... ou qualquer coisa assim. Mas existem outros que são muito fraquinhos, senza qualidade nenhuma. Não quero criar divisões ou discórdia, penso que tudo se poderia resolver com uma partita di fútbol.»
O Pipos pode confirmar tudo isto, porque se passou quando ele esteve em Roma recentemente. Certo Pipos?
TRÊS ANOS!
Há três anos estávamos a caminho de Santiago, mais precisamente neste dia com destino a Padrón – na minha opinião dos melhores albergues por onde passamos, tanto pelo sítio como pelas partilhas que houve!
Há muito tempo que não escrevo aqui, mas claro que passo aqui todos os dias. Espero que cada um esteja bem e hoje, três anos depois, possa dizer que conhece melhor Jesus do que quando começamos a caminhar ao encontro do seu Apóstolo.
Foi uma peregrinação marcante. Foi mesmo boa! Ando com ganas de voltar a Santiago mas está difícil de arranjar maneira…
16
segunda-feira, outubro 15, 2007
Oração Pela Vida














