sexta-feira, junho 26, 2009

Miudas, digam lá...

... a qual de vocês é que isto nunca aconteceu?



Fica aqui um brinde para assinalar um ano sacerdotal.

quarta-feira, junho 24, 2009

Blog engraçado:

http://umasemanacom.blogspot.com/

Vale a pena dar uma espreitadela, esta semana com um Padre mais próximo de nós!

segunda-feira, junho 15, 2009

Santiagrinos dão o exemplo

Em época de luta pela defesa da família e do casamento tradicional, os Peregrinos de Santiago, fiéis à Santa Madre Igreja, dão o exemplo.

Parabéns Pipos e Maria!

terça-feira, junho 02, 2009

Dá sempre jeito saber...e nós Per.Santiago queremos muitas!

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 12 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Os sacerdotes e fiéis que realizarem determinados exercícios de piedade durante o Ano Sacerdotal receberão a indulgência plenária.
Assim informa um decreto divulgado hoje pela Sala de Imprensa da Santa Sé, assinado pelo cardeal James Francis Stafford e pelo bispo Gianfranco Girotti, O.F.M., penitenciário maior e regente da Penitenciaria Apostólica, respectivamente.
A Igreja celebrará o Ano Sacerdotal do dia 19 de junho de 2009 até o mesmo dia do ano seguinte, por ocasião do 150º aniversário da morte de São João Maria Vianney, o Cura de Ars.
O Ano Sacerdotal começará no dia da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, com a celebração, presidida pelo Papa, das Vésperas diante das relíquias de São João Maria Vianney, levadas a Roma pelo bispo de Belley-Ars.
Bento XVI concluirá o “sagrado período” um ano depois, na Praça de São Pedro, com sacerdotes do mundo inteiro, que “renovarão a fidelidade a Cristo e o vínculo de fraternidade”, segundo o texto.
O decreto explica detalhadamente as modalidades para a obtenção das indulgências.
Em primeiro lugar, poderão obter a indulgência plenária os sacerdotes que, “arrependidos de coração”, rezem qualquer dia as Laudes ou Vésperas diante do Santíssimo Sacramento exposto para a adoração pública ou no sacrário e, seguindo o exemplo de São João Maria Vianney, ofereçam-se para celebrar os sacramentos, sobretudo a Confissão, “com espírito generoso e disposto”.
O texto indica que os sacerdotes poderão beneficiar-se da indulgência plenária aplicável a outros sacerdotes defuntos como sufrágio, se, em conformidade com as disposições vigentes, se confessarem, comungarem e rezarem pelas intenções do Papa.
Também receberão indulgência parcial, sempre aplicável aos irmãos no sacerdócio defuntos, “cada vez que rezarem orações devidamente aprovadas para levar uma vida santa e cumprir os ofícios que lhes foram confiados”.
Por outro lado, todos os cristãos poderão beneficiar-se de indulgência plenária sempre que, “arrependidos de coração”, assistirem à Santa Missa e oferecerem pelos sacerdotes da Igreja orações a Jesus Cristo e qualquer boa obra.
Tudo isso complementado com o sacramento da confissão e a oração pelas intenções do Papa “nos dias em que se abra e se conclua o Ano Sacerdotal, no dia do 150º aniversário da morte de São João Maria Vianney, nas primeiras quintas-feiras de cada mês ou em qualquer outro dia estabelecido pelos Ordinários dos lugares para a utilidade dos fiéis”.
Os idosos, doentes e todos aqueles que, por motivos legítimos, não possam sair de casa, também poderão obter a indulgência plenária se, com ânimo afastado do pecado e o propósito de cumprir as três condições necessárias assim que lhes for possível, “nos dias indicados rezarem pela santificação dos sacerdotes e oferecerem a Deus, por meio de Maria, Rainha dos Apóstolos, suas doenças e sofrimentos”.
O decreto indica que se concederá a indulgência parcial a todos os fiéis cada vez que rezarem 5 Pai Nossos, Ave Marias e Glórias, e outra oração devidamente aprovada “em honra do Sagrado Coração de Jesus, para que os sacerdotes se conservem em pureza e santidade de vida”.
O texto indica que o Santo Cura de Ars “aqui na terra foi um maravilhoso modelo de verdadeiro pastor do rebanho de Cristo”.
Também destaca que as indulgências podem ajudar os sacerdotes, junto com a oração e as boas obras, a obter “a graça de resplandecer com a fé, a esperança, a caridade e as demais virtudes” e “mostrar com sua conduta de vida, também com seu aspecto exterior, que estão plenamente dedicados ao bem espiritual das pessoas”.

terça-feira, maio 19, 2009

No you can't!

Nos últimos dias um homem ferozmente pró-aborto e um padre pró-vida de 80 anos foram a uma Universidade Católica.

Adivinhem qual é que foi preso.

domingo, abril 05, 2009

Não tens tempo para rezar?

http://www.informationageprayer.com/

E dá para qualquer religião...

Onde iremos nós parar? Não dá para pagar e um computador trabalhar por mim?

terça-feira, março 31, 2009

Apetece tanto!

Vejam este vídeo

22 de Março de 2009 (na descrição do vídeo diz Maio, o que é obviamente um erro), militantes comunistas e de grupos homossexuais reuniram-se diante da porta da Catedral de Notre Dame, onde distribuiram preservativos e panfletos e gritaram palavras de ordem contra o Papa.

Alguns jovens católicos reagiram.



Esclarecimentos e comentários

1. Tenho dúvidas sobre a "catolicidade" de alguns dos presentes. Não pela reacção, a isso chegaremos, mas pelo aspecto. Parecem-me mais militantes de extrema-direita do que católicos e acredito que, pelo menos alguns, estariam lá mais movidos por ódio anti-homossexual e anticomunista do que por amor ao Papa. Há pelo menos um que é nitidamene skinhead e quem sabe alguma coisa sobre os skins (e eu sei), sabe que não há nada de católico nessa ideologia.

2. Não coloco aqui este vídeo nem como defesa, nem como condenação do que se passou. Coloco principalmente porque isto me parece um acontecimento digno de nota, que não vi ser mencionado em mais lado nenhum da comunicação social.

3. Uma explicação do meu título. De facto, apetece tanto, tanto, tanto, que às vezes só me apetece chorar. Se lá estivesse apetecer-me-ia também, como me apeteceu reagir violentamente quando vi, na última marcha contra o aborto, que os skinheads e neo-nazis do PNR estavam a tentar colar-se à nossa caminhada... como me apetece desatar à chapada tantas vezes quando vejo pessoas a insultar a minha fé e a minha religião. Mas até hoje sempre consegui resistir a essa tentação. Porque acredito que é uma tentação, e acredito que é pecado.

4. Tanto quanto percebo pelo vídeo, o primeiro gesto de violência parte de um dos jovens católicos, contra um tipo que andaria a distribuir panfletos. Penso que isso é importante para enquadrar o resto do vídeo.

5. Não pode ser esta a resposta. Não foi a resposta de Cristo quando o prenderam, insultaram, torturaram, não pode ser a nossa. Deus é amor. A nossa religião é uma religião de amor, e se o amor não implica que nos deixemos espezinhar e humilhar sem resposta, também não passa certamente por pontapés em voo contra quem nos ofende, digo eu.

6. Mas apetece tanto! Tanto...

sexta-feira, março 06, 2009

Piada papal

Porque é que Gregório XI não foi de carro para Roma?



Porque foi de Avinhão.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Casamento, sofrimento e vontade de Deus

Cá vai então a minha resposta muito atrasada ao Silveira sobre a questão do papel de Deus nas nossas vidas.

Para quem não leu o que vai para trás (essencial para compreender aquilo que vou escrever), sugiro que vejam os comentários ao seguinte post no blog dos senzas.

João, recordas-te com certeza que tudo isto começou por eu dizer que não acredito que exista uma pessoa (cara metade, alma gémea, etc.) destinada a cada um de nós, ou pelo menos a cada um daqueles que se sente chamado à vocação do matrimónio.

Ao dizê-lo, estava a dizer que a Ana não me estava “destinada”, no sentido em que outras pessoas tinham argumentado anteriormente. Casei-me com a Ana, mas imagino que, caso a minha vida tivesse sido diferente (bastava eu não ter aceite o convite para ser RI das EJNS), talvez me tivesse casado com outra pessoa e fosse igualmente feliz, e a Ana idem aspas.

Por conseguinte, argumentei que não faz muito sentido dizer que o meu casamento fazia parte de um grande plano de Deus para a minha vida, pelo menos no sentido em que Deus mexe os cordelinhos para que eu me encontre com a Ana e me case com ela.

Porque no fundo é disso que estamos a falar, dizer que a Ana estava destinada por Deus, desde o princípio do mundo, para se casar comigo, implica que Deus teve uma parte activa em todas as condicionantes que levaram isso a acontecer. Ou seja, Deus fez com que eu fosse concebido num certo dia, e a Ana noutro, fez com que os meus pais regressassem para Portugal do Canadá, fez com que decidissem voltar para Lisboa do Porto, fez com que eu conhecesse as EJNS e me integrasse. Mais, fez com que eu fosse convidado para o Secretariado Internacional, e daí fez com que eu fosse convidado para ser Responsável. E atenção que estas são só as coisas simples, porque para eu nascer, foi preciso que a minha mãe tivesse um desmancho antes de ficar grávida de mim, isso também teve dedo de Deus?

Claro que Deus não fez abortar um filho da minha mãe só para que eu nascesse. Diria que isso é completamente evidente. Mas então como é? Deus adaptou-se à situação quando ela aconteceu? Então e se eu tivesse morrido num acidente antes de encontrar a Ana, ela ficava solteira para o resto da vida? Ou casava-se com outro? Mas então não seríamos obrigados a dizer que, por a Ana ter casado com outro, foi necessário eu ter morrido, logo Deus quis que eu morresse?

Então dir-me-ão que Deus não lida com as coisas desta maneira. O Senhor, no essencial, coloca as peças em movimento e acompanha o seu desenvolvimento. Mas então, dizer que Deus planeou que eu me encontrasse com a Ana faz tanto sentido como dizer que eu planeei que o Sol nascesse hoje de manhã, e que a prova disso é que nasceu mesmo.

Tentei explicar que a minha opinião é outra. Certamente a vontade de Deus tem aqui um papel. Resumidamente Deus quer-me santo, e quer a Ana santa, e na medida em que eu e a Ana procurámos conformar a nossa vontade à Dele, fomos progredindo em direcção à santidade (um caminho longo e difícil), e que quando nos conhecemos e nos apaixonámos, percebemos que a nossa união era uma forma de levar a bom porto esse plano que Deus tem para nós, esse sim, o da santidade.

Ou seja, nem as coisas aconteceram “por acaso”, nem porque Deus andou a mexer cordelinhos ao longo dos tempos, para que eu me casasse com aquela pessoa em particular. Nesse sentido sim, é difícil para mim, como dizes: “entender que Deus leva em conta todas as variáveis para juntar duas pessoas”.
Em contrapartida, já não me custa nada acreditar que Deus, por estar fora do tempo, sempre soube que eu e a Ana íamos casar, que a minha mãe ia ter um desmancho, que o meu avô iria sobreviver à guerra, ao contrário de dois dos seus irmãos, e que, e que e que…
Mas soube essas coisas sem ter que interferir na história para que elas acontecessem.

Quer isto dizer que Deus não intervém, ou está impedido de intervir na história? Não! Mas a essas intervenções, quer demos por elas ou não, chamamos milagres. Abundam, graças a Deus (quem mais?), e mostram o quanto Deus nos ama. Até acredito que em alguns casos particulares Deus interfira directamente na nossa história para que duas pessoas se conheçam, como sei que intervém por vezes para salvar vidas e curar doentes terminais, mas daí a dizer que para todos nós Deus tem um par perfeito reservado, é um grande salto.

Portanto, por tudo o que escrevi acima, não concordo contigo quando dizes que a minha argumentação implica que “apenas poderás agradecer [a Deus] a tua existência, porque tudo o que aconteceu daí para diante deveu-se às tuas decisões”. Compreendo que os meus argumentos possam ser levados nesse sentido, mas isso ignora a importância do meu esforço de conformar a minha vontade à vontade de Deus, e ignora o papel do Paráclito, o Espírito Santo que, sem me impor decisões, me aconselha em momentos de dificuldade. Por tudo isso posso agradecer a Deus e sei que a minha vida teria sido outra, bem pior, não fossem esses factores.

Repara que eu concordo contigo quando dizes que “vejo mais a vontade de Deus em todos os metros desse meu caminho, em todas as decisões que tomo, por mais ínfimas que sejam”, mas vejo-o dessa forma, através da suave sugestão, da iluminação da minha vontade, porque Deus me ama demais para retirar a livre vontade que me deu, ama-me demais para condicionar as minhas decisões, ama-me demais para me obrigar a ser feliz, sabe que essa felicidade só fará sentido se for eu a conquistá-la, que só assim será simultaneamente felicidade e santidade.



Queria também abordar aquilo que escreves sobre o mal, porque me parece que a tua visão não é correcta. Tu escreves:

“A vontade de Deus pode ser causar o mal? Absolutamente, claro que não. Mas aí teremos que definir o que é mal e o que é bem. Um cancro é mal? Sofrer é mal? Ou apenas o pecado é mal?”

Sim, o pecado é o verdadeiro mal, por assim dizer. Afinal é o pecado que nos afasta de Deus, e nada há pior que isso. Mas daí a dizer que apenas o pecado é mal? Parece-me descabido.
O pecado é mal, mas o cancro também… aliás, não é por acaso que o Génesis nos diz que a doença e a morte entraram no mundo por causa do pecado, há algo a aprender aí.
A doença pode-me aproximar de Deus, ajudar-me a reavaliar a minha vida, a ser uma pessoa melhor? Pode. Mas isso não faz com que a doença seja uma coisa boa, significa, isso sim, que eu retirei de uma situação má um fim bom. É essa a história de Cristo, que pegou em todo o mal do mundo, todos os nossos pecados, e transformou-o em salvação.
Escreveste: “Recordando as palavras de Nossa Senhora aos pastorinhos, em Maio: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de suplica pela conversão dos Pecadores?”

Nossa Senhora, como “porta-voz” de Deus propõe o sofrimento àquelas crianças. Pode Deus propor o mal? Não me parece. Então aquilo tem que ser bem.”


Sugiro que não leias os diálogos de Nossa Senhora com os pastorinhos de forma literal. Lembra-te que Ela estava a falar com crianças, e não pondo em causa o espírito de nada do que lhes disse, convém ter em conta a sua linguagem seria aplicada a essa situação.

Também não é por eles terem visto uma imagem do inferno que devemos acreditar que o inferno é mesmo como eles o descreveram, com chamas e tudo.

Não ponho em causa a possibilidade de transformar o sofrimento em acto de reparação pelos pecados, mas não acredito que as doenças que vitimaram os pastorinhos foram “enviados” por Deus. Acredito, isso sim, que Ele sabia que o Francisco e a Jacinta iam ficar doentes, que sofreriam muito, e que lhes propôs que transformassem esse sofrimento em graça.

Não me parece que este meu raciocínio ponha em causa o que escreves a seguir: “É o mistério da redenção, quem ama está disposto a sofrer. E esse sofrimento tem em vista acabar com o verdadeiro mal, as ofensas a Deus, e o pecado. Esse é o mal, é esse que Deus permite, mas que nunca propõe”, simplesmente onde tu estarás a supor que o sofrimento parte de uma vontade activa de Deus para aquela pessoa, eu não concordo.

Da mesma forma, estou completamente de acordo com o que citas da irmã Bridget McKenna, mas tenho sérias dúvidas que ela mesmo concordaria com a tua conclusão, que é Deus quem “queira que uma pessoa tenha cancro, para curar o mal espiritual de outras, ou dela própria”.

Finalmente, no fim do teu texto lamentas que “Achamos que o facto de haver uma vontade de Deus em relação a tudo o que temos que decidir, diminui de algum modo a nossa liberdade”

Eu não acho nada disso. Saber que há uma vontade de Deus em relação a tudo o que eu tenho que decidir mostra-me que Deus me ama como um pai e me acompanha intimamente, em tudo na minha vida. Ele sabe quantos cabelos tenho na cabeça (e nem o culpo por serem poucos!).

O que eu acho é que o facto de Deus condicionar as coisas que eu tenho que decidir na minha vida diminui, e muito, a minha liberdade. Por isso tenho a certeza que não o faz.

E pronto. Peço desculpa pela extensão da resposta e pela sua demora...

E aproveito para convidar outras pessoas a opinar sobre este assunto, seria uma pena a discussão ficar resumida a mim e ao Silveira quando há com certeza outras opiniões válidas para partilhar.

Beijinhos, abraços e santa quaresma!

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Porquê?

Em geral, Porque costumamos dar mais importância à Quaresma do que ao Advento?

Hoje estava a pensar nisso, porque estava já a pensar no que vou fazer na Quaresma, etc... e lembrei-me porque no Advento nunca pensamos em nada e falamos muito menos sobre isso..

A Quaresma está sempre presente, contamos o que fazemos e que não fazemos, onde almoçamos às 6ªs, a semana antes... vivemos tudo de uma forma mais intensa.
No Advento estamos preocupados com o que vamos dar no Natal, tudo com pressas, preparamo-nos menos...

Pelo menos sinto imenso isso, e não consigo arranjar uma razão óbvia para esta diferença.

sexta-feira, janeiro 30, 2009

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Olé!

terça-feira, janeiro 20, 2009

Concílio Vaticano II

Amigos e irmãos em Cristo:


No próximo Domingo faz 50 anos que o bom Papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II.

Foi uma decisão que apanhou toda a gente de surpresa e que acabou por ter uma enorme importância na vida da Igreja.







A nossa geração não conhece suficientemente bem o Concílio, o que é natural mas é pena.


Durante esta semana a Página 1, jornal on-line para o qual trabalho, está a publicar uma série de artigos e entrevistas com peritos em diferentes assuntos que marcaram o concílio, e com pessoas que o viveram mais de perto.


Ontem D. Manuel Clemente e D. Jorge Ortiga recordaram a importância que o Concílio teve nas suas juventudes. Hoje o liturgista Cónego João Peixoto fala sobre a reforma litúrgica. Amanhã o Pe. Peter Stilwell aborda as relações ecuménicas e inter-religiosas e teremos ainda conversas com o Pe. João Seabra e com o Pe. Tolentino até ao fim da semana.


Sugiro que leiam e que aproveitem estes testemunhos para vos familiarizarem com o Concílio.


Podem fazer o download do Página 1 aqui. Sai todos os dias por volta das 15h.


Entretanto, e por falar em ecumenismo, deixo-vos também o link para um vídeo feito por malta da Renascença. Não colaborei com ele, mas tenho pena. Está muito bem feito e é interessantíssimo.



Abraços e beijinhos!

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Não sei se já conhecem...

Vejam este site...

http://www.catholicscomehome.org/

E se tiverem 3 minutos (literalmente!), vejam o vídeo que está em baixo da imagem grande de entrada que se chama Epic!

Os outros dois também são bons... mas o Epic é excelente! Enjoy..!

Ah, e BOM ANO aos que ainda não vi! :)

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Um Santo Natal para todos!

A todos os peregrinos nesta vida, a todos aqueles que quere que Cristo nasça continuamente no seu coração e na sua vida.





Dos Peregrinos de Santiago, do Pinguim, da Foca, do Lobo, do Urso Polar, do Alce e do Leão Marinho!

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Com bolinha (já sem bolinha)

E para o pai da Isabel não vai nada, nada, nada?

"Na próxima quinta-feira, dia 11 de Dezembro pelas 14h00, será lida no Tribunal da Póvoa de Varzim a sentença da Isabel, uma jovem mãe solteira que, após ter decidido levar a sua gravidez até ao fim e denunciado a violência da pressão familiar e social no sentido de abortar, se viu processada... pelo próprio pai!

Para nós, militantes pró-Vida, é especialmente doloroso verificar como a pressão para abortar pode partir de uma família "muito cristã" e até de um ministro da comunhão...

Por isso, não será sem algum sentido de penitência pelo desnorte do "povo de Deus" que lá procuraremos estar na quinta-feira num gesto de solidariedade humana com a Isabel que no momento decisivo optou pela Vida.

Convidamos os que puderem a ir também e, os que não puderem, a uma oração para que todas as mães tenham, como a Isabel, coragem para resistir à chantagem fatal, venha ela donde vier."

TUDO!*





*Pronto... eu mudei a imagem original. A que está agora é mais adequada e muito, muito mais necessária.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Mais D. Januário

Tendo em conta que temos discutido este assunto aqui, deixo à vossa apreciação mais uma "correcção fraterna", pública, ao D. Januário sobre o mesmo assunto.

http://www.cristoeacidade.com/page42/page46/page46.html

Abraços,
Filipe