Eu previa que este post pudesse cair mal quando o escrevi, foi por isso que coloquei o título "Desabafo". Esperava exprimir precisamente o meu estado de alma. Isto não é uma desculpa para qualquer falha da minha parte, apenas contextualização.
Em relação às críticas de ZMD (bem-vindo ao blogue, entretanto), aceito algumas delas. Tem toda a razão no que diz respeito ao tratamento que se dá a um bispo, quer se concorde com ou não com as suas posições.
Alterei, por isso, o último parágrafo do post. Não o fiz contrariado ou por cinismo, mas porque reconheci aí uma falta de respeito da minha parte que nada tem a ver com o resto do conteúdo.
Respondendo a algumas das suas outras objecções, caro amigo, confesso que não concordo quando diz: "Acima de tudo está a unidade da Igreja".
Acredite que a unidade da igreja não o preocupa mais a si do que a mim, mas acima dessa unidade tem de estar, sempre, a verdade. Não presumo a arrogância de a definir por mim, contra um bispo. Sei que tenho do meu lado (aliás, coloco-me eu ao lado de) a doutrina da Igreja no que diz respeito a estas questões; os ensinamentos de papas e de outros bispos, incluindo o meu, que é o Patriarca de Lisboa e não o Sr. D. Januário.
A unidade da Igreja nunca deve ser conseguida à custa da verdade. É por isso que o Arcebispo Marcel Lefebvre e alguns dos seus seguidores foram colocados de fora da nossa comunhão, e é esse o princípio central que norteia o diálogo ecuménico.
Todavia, dado o carácter público do evento de que eu falo, o lançamento de um livro, em local público e editado por uma editora que pertence ao maior grupo editorial do país, custa-me muito aceitar que tenha sido o meu post a contribuir para a desunião da Igreja, e não o evento ao qual reagi.
Qual é o bem? Mais uma vez, discordo da sua conclusão. Parece-me que, não obstante as suas outras críticas, há bem. Como disse, o acto do Sr. Bispo é público (como têm sido vários outros aos quais nem sequer me estou a referir), por isso não me parece grave que a censura que lhe faço seja pública também.
Onde lhe dou razão é na questão de limitar o meu “desabafo” a este blogue, pouco lido. Porque não quero fazer de “queixinhas”, reclamando aos superiores do Senhor Bispo em questão, pesquisei e encontrei o e-mail do D. Januário: januario@csarfa.mdn.gov.pt (atenção que este e-mail está num site público, pelo que não será indiscrição divulgá-lo). Vou escrever um e-mail a alertar o Sr. D. Januário para o meu post e para o meu desabafo, na esperança de que ele o leia e possa assim reconsiderar algumas das suas posições ou, caso verifique que sou eu quem está no erro, que me corrija.
Mas não tiro o post, nem penso que o deva fazer. Se não o tivesse escrito esta discussão não teria surgido. As pessoas que costumam cá vir não ficariam a saber deste acto público que, na minha opinião, constitui um escândalo e não se poderiam precaver contra ele.
Quando eu vejo que um Bispo promove um documento que diz respeito a um texto tão importante como o Humanae Vitae (e não o evangelium vitae, como erradamente escrevi no post original), parto do princípio que os conteúdos desse livro são sãos e de confiança. Muitos católicos poderão comprar e ler o livro, aceitando os erros que ele contém, precisamente por causa desse facto.
Este blog pode ser pouco lido, mas é lido por alguns. Se o meu post contribuiu para pelo menos uma dessas pessoas não ser levada no engano desse livro e do apoio a ele dado pelo Sr. D. Januário, será aí mesmo que encontrará o bem que lhe ilude.
ZMD, gostaria de agradecer os seus comentários. Calculo que continuará a discordar de mim, mas sem eles a questão não teria sido mais aprofundada e todos ficaríamos a perder.
Procurei escrever esta resposta/clarificação num espírito de humildade e não conflituoso, algo que por natureza não me é muito fácil, e espero ter conseguido. Peço desculpa se não o parecer.
A si os meus cumprimentos, aos restantes Peregrinos de Santiago, um grande abraço.
terça-feira, novembro 04, 2008
sexta-feira, outubro 31, 2008
Desabafo
Eu consigo imaginar um Bispo a participar no lançamento de um livro, escrito por um homem que, pessoalmente é a favor do aborto.
Imaginemos que um Bispo é convidado para fazer a apresentação de uma obra sobre a história da Igreja, escrita por um homem que, na sua vida privada, defende coisas que são contrárias à doutrina da Igreja. Eu consigo imaginar isso. Não me choca.
O que me custa mais é imaginar um bispo a promover e a ajudar a divulgar um livro que critica as posições da Igreja sobre bio-ética, escrito por alguém que aproveita os 40 anos da publicação do Humanae Vitae para colocar os ensinamentos da igreja nesse campo em causa e que, durante o mais recente referendo sobre o aborto tomou posição pública, clara e militante a favor do aborto.
Não imagino e nunca imaginei. Gostaria que fosse apenas a minha imaginação, mas é real.
Lembram-se daquele episódio nos actos dos apóstolos em que S. Pedro participa no lançamento do pergaminho de Caiafás chamado: “A razão pela qual os cristãos devem ser todos mortos”? Eu também não.
Ouviram as histórias dos primeiros cristãos em Roma que, mesmo antes de serem lançados às feras, aplaudiam o direito ao imperador expressar a sua opinião de que os cristãos deviam ser todos mortos? Eu também não.
Lembram-se daquele célebre episódio em que o Papa Pio XII discursou no lançamento do "Mein Kampf", de Hitler? Pois, eu também não.
E aquela do Bispo católico que apoiou e ajudou a promover o livro a criticar as orientações católicas sobre ética médica e a defender, entre outras coisas, que crianças não nascidas sejam mortas no ventre das suas mães? Ah… essa lembro-me. Foi em Portugal.
Sr. D. Januário Torgal Ferreira, deixe-me dizer-lhe uma coisa. Não foi com atitudes como esta que S. Pedro converteu 5000 homens numa só manhã. Não foi certamente assim que os primeiros apóstolos viveram o Evangelho e DERAM A VIDA POR ELE.
O Sr. D. Januário é representante directo desses apóstolos. Pede-se-lhe coragem, clareza de espírito e humildade para guiar os fiéis, corrigir os seus erros (e não promovê-los) e defender a verdade. Repito, vossa eminência é descendente dos primeiros seguidores de Cristo. Agora, lembro-lhe que havia 12. 11 foram fiéis, outro nem tanto. Resta saber de quais é herdeiro.
(Editado, sem sarcasmos nem cinismo, por sugestão de ZMD nos comentários. Mudei também "evangelium vitae" para "humane vitae", um erro evidente.)
Imaginemos que um Bispo é convidado para fazer a apresentação de uma obra sobre a história da Igreja, escrita por um homem que, na sua vida privada, defende coisas que são contrárias à doutrina da Igreja. Eu consigo imaginar isso. Não me choca.
O que me custa mais é imaginar um bispo a promover e a ajudar a divulgar um livro que critica as posições da Igreja sobre bio-ética, escrito por alguém que aproveita os 40 anos da publicação do Humanae Vitae para colocar os ensinamentos da igreja nesse campo em causa e que, durante o mais recente referendo sobre o aborto tomou posição pública, clara e militante a favor do aborto.
Não imagino e nunca imaginei. Gostaria que fosse apenas a minha imaginação, mas é real.
Lembram-se daquele episódio nos actos dos apóstolos em que S. Pedro participa no lançamento do pergaminho de Caiafás chamado: “A razão pela qual os cristãos devem ser todos mortos”? Eu também não.
Ouviram as histórias dos primeiros cristãos em Roma que, mesmo antes de serem lançados às feras, aplaudiam o direito ao imperador expressar a sua opinião de que os cristãos deviam ser todos mortos? Eu também não.
Lembram-se daquele célebre episódio em que o Papa Pio XII discursou no lançamento do "Mein Kampf", de Hitler? Pois, eu também não.
E aquela do Bispo católico que apoiou e ajudou a promover o livro a criticar as orientações católicas sobre ética médica e a defender, entre outras coisas, que crianças não nascidas sejam mortas no ventre das suas mães? Ah… essa lembro-me. Foi em Portugal.
Sr. D. Januário Torgal Ferreira, deixe-me dizer-lhe uma coisa. Não foi com atitudes como esta que S. Pedro converteu 5000 homens numa só manhã. Não foi certamente assim que os primeiros apóstolos viveram o Evangelho e DERAM A VIDA POR ELE.
O Sr. D. Januário é representante directo desses apóstolos. Pede-se-lhe coragem, clareza de espírito e humildade para guiar os fiéis, corrigir os seus erros (e não promovê-los) e defender a verdade. Repito, vossa eminência é descendente dos primeiros seguidores de Cristo. Agora, lembro-lhe que havia 12. 11 foram fiéis, outro nem tanto. Resta saber de quais é herdeiro.
(Editado, sem sarcasmos nem cinismo, por sugestão de ZMD nos comentários. Mudei também "evangelium vitae" para "humane vitae", um erro evidente.)
segunda-feira, outubro 27, 2008
Quatro Anos!
quinta-feira, outubro 23, 2008
PAPA!!
Estava eu a pesquisar uma coisa no Google sobre a história dos Papas, quando de repente vejo uma referência ao nosso blog!! Fui ler e fartei-me de rir... Aconselho que lá vão ver esse post do João Magriço, de 12 de Outubro de 2005...
Era sobre a origem do nome PAPA, que ele tinha visto num livro do 4ºano...
PAPA - Pedro Apóstolo, Príncipe dos Apóstolos
Ehehe
Era sobre a origem do nome PAPA, que ele tinha visto num livro do 4ºano...
PAPA - Pedro Apóstolo, Príncipe dos Apóstolos
Ehehe
quarta-feira, setembro 24, 2008
Mini-Peregrina
Sendo 12 de Outubro um Domingo, e sabendo que a maioria vamos a Fátima, o zé, o silveira e eu vamos organizar uma mini-peregrina (só para os amigos), começando sexta a noite e até domingo.
A ideia é arranjarmos almoços e jantares dados (fácil) e sitios para dormir (fácil). Estamos já a tentar um Padre (nem fácil nem dificil) que pelo menos fizesse uma visita para missa sábado e confissões.
Depois se houver carro excelente, senao mochila.
A ideia é irem apenas trabalhadores.
Fica a sugestão para quem se quiser juntar!
A ideia é arranjarmos almoços e jantares dados (fácil) e sitios para dormir (fácil). Estamos já a tentar um Padre (nem fácil nem dificil) que pelo menos fizesse uma visita para missa sábado e confissões.
Depois se houver carro excelente, senao mochila.
A ideia é irem apenas trabalhadores.
Fica a sugestão para quem se quiser juntar!
quinta-feira, setembro 18, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
É quando vejo coisas destas
Que começo a pensar que a nossa brincadeira dos "Flagelação" não é tão descabida quanto isso.
sexta-feira, setembro 12, 2008
Todos bem vindos
É este Domingo, dia 14 de Setembro.
Religiões abrâamicas discutem Jejum
A propósito do Ramadão, que teve início no dia 1 de Setembro, a comunidade Islâmica de Lisboa (Sunita) organiza uma conferência sobre a importância do jejum para as três principais religiões monoteístas.
A conferência terá lugar no próximo Domingo, dia 14 de Setembro, e contará com um orador por cada religião. Os anfitriões serão representados por Moulana Jabir. O Rabino Eliser Shai falará do jejum de uma perspectiva judaica, e o Frei Isidro Lamelas apresenta a sua importância no seio do cristianismo.
Pelo facto das três religiões se considerarem herdeiras das promessas feitas por Deus a Abraão, há muitas coisas que têm em comum. O jejum toca a cristãos, muçulmanos e judeus devotos, embora em tempos e de formas diferentes.
Durante a conferência os presentes terão a oportunidade de aprender mais sobre as perspectivas e visões de cada tradição religiosa.
Os muçulmanos jejuam durante todo o mês do Ramadão. Sendo baseado no calendário islâmico, que é lunar, o mês de jejum calha a alturas diferentes do ano civil usado no Ocidente. De 1 a 30 de Setembro, os muçulmanos saudáveis abdicarão de comer durante o dia. Tradicionalmente acordam antes do nascer do sol para tomar uma refeição, e apenas quebram o jejum ao fim do dia, quando começa a escurecer.
Já os judeus jejuam durante alguns dias do ano, em particular o Yom Kipur e o Tisha B’Av, o dia em que se recorda a destruição do templo de Jerusalém pelos romanos.
No cristianismo, o jejum é frequentemente associado aos 40 dias da Quaresma, recordando o mesmo número de dias que Jesus passou no deserto em que, segundo o Evangelho, não terá comido nem bebido, dedicando-se inteiramente à oração.
Durante essa época o jejum completo apenas é recomendado na Quarta-feira de cinzas e Sexta-feira Santa, na Igreja Católica, e é normalmente interpretado como reduzir a alimentação a apenas uma refeição completa, sendo que esta deverá ser simples. Outras tradições cristãs têm regras mais rígidas. No mundo ortodoxo é frequente não se comer qualquer derivado de animal durante toda a Quaresma.
A conferência de Domingo faz parte de um ciclo de conferências que assinalam o Ramadão e é aberta ao público em geral. Terá lugar na Mesquita Central de Lisboa, com começo previsto para as 18h00.
Religiões abrâamicas discutem Jejum
A propósito do Ramadão, que teve início no dia 1 de Setembro, a comunidade Islâmica de Lisboa (Sunita) organiza uma conferência sobre a importância do jejum para as três principais religiões monoteístas.
A conferência terá lugar no próximo Domingo, dia 14 de Setembro, e contará com um orador por cada religião. Os anfitriões serão representados por Moulana Jabir. O Rabino Eliser Shai falará do jejum de uma perspectiva judaica, e o Frei Isidro Lamelas apresenta a sua importância no seio do cristianismo.
Pelo facto das três religiões se considerarem herdeiras das promessas feitas por Deus a Abraão, há muitas coisas que têm em comum. O jejum toca a cristãos, muçulmanos e judeus devotos, embora em tempos e de formas diferentes.
Durante a conferência os presentes terão a oportunidade de aprender mais sobre as perspectivas e visões de cada tradição religiosa.
Os muçulmanos jejuam durante todo o mês do Ramadão. Sendo baseado no calendário islâmico, que é lunar, o mês de jejum calha a alturas diferentes do ano civil usado no Ocidente. De 1 a 30 de Setembro, os muçulmanos saudáveis abdicarão de comer durante o dia. Tradicionalmente acordam antes do nascer do sol para tomar uma refeição, e apenas quebram o jejum ao fim do dia, quando começa a escurecer.
Já os judeus jejuam durante alguns dias do ano, em particular o Yom Kipur e o Tisha B’Av, o dia em que se recorda a destruição do templo de Jerusalém pelos romanos.
No cristianismo, o jejum é frequentemente associado aos 40 dias da Quaresma, recordando o mesmo número de dias que Jesus passou no deserto em que, segundo o Evangelho, não terá comido nem bebido, dedicando-se inteiramente à oração.
Durante essa época o jejum completo apenas é recomendado na Quarta-feira de cinzas e Sexta-feira Santa, na Igreja Católica, e é normalmente interpretado como reduzir a alimentação a apenas uma refeição completa, sendo que esta deverá ser simples. Outras tradições cristãs têm regras mais rígidas. No mundo ortodoxo é frequente não se comer qualquer derivado de animal durante toda a Quaresma.
A conferência de Domingo faz parte de um ciclo de conferências que assinalam o Ramadão e é aberta ao público em geral. Terá lugar na Mesquita Central de Lisboa, com começo previsto para as 18h00.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Show God
Não, não enloqueci. Lembram-se deste filme? E de outros como o Basic Instinct?


Pois bem, então leiam este artigo.
Louvado seja Deus.
sexta-feira, agosto 15, 2008
domingo, julho 20, 2008
E as próximas JMJ serão em...
MADRID...
O nosso Papa Bento XVI anunciou hoje perante 300.000 peregrinos em Sidney, que as próximas jornadas serão em Madrid 2011.
Uma boa oportunidade para os jovens e não jovens irem ver o Papa mesmo aqui ao lado:)
E em ano de Enc.Internacional das EJNS, os futuros responsáveis, podiam tentar fazê-lo em Portugal, apesar de ser ano de fora da Europa, as JMJ são um bom trunfo!
O nosso Papa Bento XVI anunciou hoje perante 300.000 peregrinos em Sidney, que as próximas jornadas serão em Madrid 2011.
Uma boa oportunidade para os jovens e não jovens irem ver o Papa mesmo aqui ao lado:)
E em ano de Enc.Internacional das EJNS, os futuros responsáveis, podiam tentar fazê-lo em Portugal, apesar de ser ano de fora da Europa, as JMJ são um bom trunfo!
sexta-feira, julho 18, 2008
domingo, julho 13, 2008
Lembram-se do Amaro Franco?
O peregrino que saíu de Portugal para ir até Jerusalém?
Pois é, já chegou ao seu destino, no passado dia 4 de Julho. Correu tudo muito bem e milhares de pessoas foram ajudando ao longo do caminho. Durante a sua caminhada foi preso na Síria, onde esteve 28 horas detido, e que diz ter sido uma grande prova de paciência e foi detido novamente na Jordânia, por ser considerado um homem-bomba. Mas, além detenções, atingiu Jerusalém dia 4 de Julho e achou uma desilusão a cidade, com muito barulho, confusão e turistas.
Parabéns Amaro!
A 1ª peregrinação deste homem foi em 1992 a Santiago! Realmente só poderia mesmo ter ligações connosco!
Pois é, já chegou ao seu destino, no passado dia 4 de Julho. Correu tudo muito bem e milhares de pessoas foram ajudando ao longo do caminho. Durante a sua caminhada foi preso na Síria, onde esteve 28 horas detido, e que diz ter sido uma grande prova de paciência e foi detido novamente na Jordânia, por ser considerado um homem-bomba. Mas, além detenções, atingiu Jerusalém dia 4 de Julho e achou uma desilusão a cidade, com muito barulho, confusão e turistas.
Parabéns Amaro!
A 1ª peregrinação deste homem foi em 1992 a Santiago! Realmente só poderia mesmo ter ligações connosco!
quarta-feira, julho 02, 2008
Bento XVI caminha no lado escuro?
Amigos, isto choca-me tanto a mim como a vocês, mas sinto que é meu dever divulgar esta notícia.
Esta fotografia mostra o Papa Bento XVI, juntamente com o Arcebispo de Cantuária (Anglicano). Mas reparem no detalhe no círculo encarnado. Quem se encontra no ombro do Papa, a sussurrar-lhe para o ouvido, sabe-se lá que conselhos?

Isso mesmo. Darth Vader... Nunca pensei que chegasse a isto, sinto-me perdido e traído. Não sei o que fazer.
Esta fotografia mostra o Papa Bento XVI, juntamente com o Arcebispo de Cantuária (Anglicano). Mas reparem no detalhe no círculo encarnado. Quem se encontra no ombro do Papa, a sussurrar-lhe para o ouvido, sabe-se lá que conselhos?

Isso mesmo. Darth Vader... Nunca pensei que chegasse a isto, sinto-me perdido e traído. Não sei o que fazer.
quinta-feira, junho 26, 2008
segunda-feira, junho 16, 2008
Conferência a não perder!
Senzas, Santiagrinos, EJNS, todos!
Esta é uma conferência a não perder. Quem for terá a oportunidade de conhecer mais de perto o equivalente ao ministro da Cultura do Vaticano e, quem sabe, tirar uma foto com ele (assim garante-se a presença dos Senzas).
A entrada é gratis! (mais uma razão para os Senzas irem).
A presença será notada pelo nosso querido Pe. Tolentino, por isso quem for não deixará de subir nas boas graças do nosso padre-poeta.

E, mais importante de tudo, a conferência é às 18h, pelo que acabará perfeitamente a tempo de voltarem para casa para ver a bola...
Esta é uma conferência a não perder. Quem for terá a oportunidade de conhecer mais de perto o equivalente ao ministro da Cultura do Vaticano e, quem sabe, tirar uma foto com ele (assim garante-se a presença dos Senzas).
A entrada é gratis! (mais uma razão para os Senzas irem).
A presença será notada pelo nosso querido Pe. Tolentino, por isso quem for não deixará de subir nas boas graças do nosso padre-poeta.

E, mais importante de tudo, a conferência é às 18h, pelo que acabará perfeitamente a tempo de voltarem para casa para ver a bola...
segunda-feira, junho 02, 2008
Santas doçuras
Eu sei que o blog tem estado um bocado em baixo ultimamente, por isso fui procurar umas coisas santas e doces para animar a malta.

sexta-feira, maio 23, 2008
Primeiro as uniões de facto...
depois o casamento gay, depois o divórcio facilitado...
mas confesso que esta, nem eu poderia ter previsto.
mas confesso que esta, nem eu poderia ter previsto.

segunda-feira, maio 19, 2008
Pus no 'Angelus' blog, pq n aqui tambem?
Lembram-se daquela mensagem em que o Duarte, para alem de nos avisar do Angelus, nos aconselhou a descobrir mais sobre a Irena Sendler?
Decidi fazer isso e fiquei encantada com esta velhinha!
Leiam!
Irena Sendler (in Polish also: Irena Sendlerowa; de domo Krzyżanowska; February 15, 1910 – May 12, 2008)[1] was a Polish social worker. During World War II she was an activist in the Polish Underground and the Żegota Polish anti-Holocaust resistance in Warsaw. She helped save 2,500 Jewish children from the Warsaw Ghetto by providing them with false documents and sheltering them in individual and group children's homes outside the Ghetto. During the World War II German occupation of Poland, Sendler lived in Warsaw (before that she lived in Tarczyn) while working for the city's Social Welfare Department. Under the pretext of conducting inspections of sanitary conditions during a typhoid outbreak, Sendler visited the ghetto and smuggled out babies and small children in ambulances and trams, sometimes disguising them as packages.[3] She also used the old courthouse of the edge of the Warsaw Ghetto (still standing) as one of the main routes of smuggling children out. She started helping Jews a long time before the Warsaw Ghetto was established. As early as 1939, when the Germans invaded Poland, she began helping Jews by offering them food and shelter. Irena and her helpers made over 3,000 false documents to help Jewish families, before she joined Zegota and the children's division. Helping Jews was very risky — in German-occupied Poland, all household members were punished by death if a hidden Jew was found in their house. This punishment was more severe than those applied in other occupied European countries. In December 1942, the newly created Children's Section of the Żegota (Council for Aid to Jews), nominated her (under her cover name Jolanta[4]) to head its children's department. As an employee of the Social Welfare Department, she had a special permit to enter the Warsaw Ghetto, to check for signs of typhus, something the Nazis feared would spread beyond the ghetto.[5] During the visits, she wore a Star of David as a sign of solidarity with the Jewish people and so as not to call attention to herself. She cooperated with the Children's Section of the Municipal Administration, linked with the RGO (Central Welfare Council), a Polish Relief Organization tolerated under German supervision. She organized the smuggling of Jewish children from the Ghetto, carrying them out in boxes, suitcases and trolleys.[2] The children were placed with Polish families, the Warsaw orphanage of the Sisters of the Family of Mary or Roman Catholic convents such as the Sisters Little Servants of the Immaculate Conception of the Blessed Mary[6] at Turkowice and Chotomów. Some were smuggled to priests in parish rectories where they could be further hidden. She hid lists of their names in jars, in order to keep track of their original and new identities. Zegota assured the children that, when the war was over, they must be returned to Jewish relatives.[1] In 1943, Sendler was arrested by the Gestapo, severely tortured, and sentenced to death. Żegota saved her by bribing the German guards on the way to her execution. She was left in the woods, unconscious and with broken arms and legs.[2] She was listed on public bulletin boards as among those executed. For the remainder of the war, she lived in hiding, but continued her work for the Jewish children. After the war, she dug up the jars containing the children's identities and began an attempt to find the children and return them to living parents. However, almost all the children's parents had died at the Treblinka extermination camp. http://en.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler
Decidi fazer isso e fiquei encantada com esta velhinha!
Leiam!
Irena Sendler (in Polish also: Irena Sendlerowa; de domo Krzyżanowska; February 15, 1910 – May 12, 2008)[1] was a Polish social worker. During World War II she was an activist in the Polish Underground and the Żegota Polish anti-Holocaust resistance in Warsaw. She helped save 2,500 Jewish children from the Warsaw Ghetto by providing them with false documents and sheltering them in individual and group children's homes outside the Ghetto. During the World War II German occupation of Poland, Sendler lived in Warsaw (before that she lived in Tarczyn) while working for the city's Social Welfare Department. Under the pretext of conducting inspections of sanitary conditions during a typhoid outbreak, Sendler visited the ghetto and smuggled out babies and small children in ambulances and trams, sometimes disguising them as packages.[3] She also used the old courthouse of the edge of the Warsaw Ghetto (still standing) as one of the main routes of smuggling children out. She started helping Jews a long time before the Warsaw Ghetto was established. As early as 1939, when the Germans invaded Poland, she began helping Jews by offering them food and shelter. Irena and her helpers made over 3,000 false documents to help Jewish families, before she joined Zegota and the children's division. Helping Jews was very risky — in German-occupied Poland, all household members were punished by death if a hidden Jew was found in their house. This punishment was more severe than those applied in other occupied European countries. In December 1942, the newly created Children's Section of the Żegota (Council for Aid to Jews), nominated her (under her cover name Jolanta[4]) to head its children's department. As an employee of the Social Welfare Department, she had a special permit to enter the Warsaw Ghetto, to check for signs of typhus, something the Nazis feared would spread beyond the ghetto.[5] During the visits, she wore a Star of David as a sign of solidarity with the Jewish people and so as not to call attention to herself. She cooperated with the Children's Section of the Municipal Administration, linked with the RGO (Central Welfare Council), a Polish Relief Organization tolerated under German supervision. She organized the smuggling of Jewish children from the Ghetto, carrying them out in boxes, suitcases and trolleys.[2] The children were placed with Polish families, the Warsaw orphanage of the Sisters of the Family of Mary or Roman Catholic convents such as the Sisters Little Servants of the Immaculate Conception of the Blessed Mary[6] at Turkowice and Chotomów. Some were smuggled to priests in parish rectories where they could be further hidden. She hid lists of their names in jars, in order to keep track of their original and new identities. Zegota assured the children that, when the war was over, they must be returned to Jewish relatives.[1] In 1943, Sendler was arrested by the Gestapo, severely tortured, and sentenced to death. Żegota saved her by bribing the German guards on the way to her execution. She was left in the woods, unconscious and with broken arms and legs.[2] She was listed on public bulletin boards as among those executed. For the remainder of the war, she lived in hiding, but continued her work for the Jewish children. After the war, she dug up the jars containing the children's identities and began an attempt to find the children and return them to living parents. However, almost all the children's parents had died at the Treblinka extermination camp. http://en.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler
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