Isto tem estado parado. Não é muito grave. Nós, nestas alturas é que não podemos estar parados!
Rezar, e muito, é urgente. De resto, participar activamente na campanha, acreditamos na ajuda divina, mas Deus não vem votar.
Espero ver-vos a todos na Marcha no próximo Domingo. Os que estão no estrangeiro, rezem por nós nesse dia. Peçam, nas vossas paróquias, para que se reze muito por Portugal nestes dias.
Em 1998 eu estive bastante mais activo na campanha do que tenho estado agora. Tinha outra disponibilidade. Na altura, o que mais me marcou foi a presença de tanta gente jovem a trabalhar no duro. Votar não, ser do Não, é uma posição que compromete. Essa é a grande diferença. Nós sabemos que não basta votar não e ficar parado, temos que trabalhar para ajudar as mulheres no terreno. O voto sim, ser do Sim, é um convite à indiferença. Legaliza-se e já está. Se elas já podem abortar, não tenho que me chatear em ajudar a resolver os problemas que conduzem a essas situações.
Reparem bem em quem está na rua nos dias que se aproximam. Pensem no que isso quer dizer.
Hoje recebi aqui na redacção um comunicado de imprensa do movimento: Cidadania e Responsabilidade Pelo Sim
Transcrevo o texto:
Acção de Distribuição de Propaganda com Paula Teixeira da Cruz
26 de Janeiro, 6ª, às 12h Chiado
(junto ao Café Brasileira)
Fantástico. Os Senhores Doutores levantam o cu da cadeira para ir para a rua misturar-se com o povinho e distribuir uns panfletos, e sentem-se na obrigação de chamar a imprensa. Alguma vez um activista do Não se lembrou de fazer isto?
Força a todos. Vamos precisar. Rezem muito, trabalhem mais.