Nós, os que por cá ficámos, vamos rezando por vocês. Vêmo-nos dia 12.
O blog de todos os Peregrinos que, durante 5 dias, criaram uma relação entre todos e com Jesus, Maria e Santiago simplesmente fantástica.

Inicia as suas prédicas e logo tem um grupo de seguidores. Em 1210 recebe a aprovação do papa Inocêncio III. Clara de Assis também o segue e funda a Ordem das Clarissas. Cerca de 1213 visita a Espanha, com a intenção de passar para Marrocos para pregar aos Mouros.
Em 1215 assiste ao IV Concílio de Letrão, onde o papa aprova a regra da nova irmandade. Completa a organização da ordem e pretende pregar em França, mas, aconselhado pelo cardeal Ugolino, futuro papa Gregório IX, permanece em Itália. Em 1219 une-se à cruzada do Egipto e visita a Palestina. De novo em Itália renuncia a dirigir a obra por ele iniciada, que tem crescido de modo insuspeitável, e regressa à prédica e à vida eremita. A sua figura é característica: canta nas praças, prega aos pássaros, apazigua os lobos… S. Francisco de Assis é sempre diácono, sem alcançar a dignidade sacerdotal.
Em 1224, no monte Verna, recebe os estigmas da Paixão de Cristo. Regressa doente e cego a Assis. Pouco antes de morrer compõe o seu Cântico ao Sol.

| "Não quero ser Santa pela metade, escolho tudo". Francesinha, que nasceu em Aliçon 1873, e morreu no ano de 1897. Santa Terezinha não só descobriu no coração da Igreja que sua vocação era o amor, mas sabia que o seu coração - e o de todos nós - foi feito para amar. Terezinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas, com a autorização do Papa e sua vida passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus. Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual. O mais profundo desejo do coração de Terezinha era ter sido missionária "desde a criação do mundo, até a consumação dos séculos". Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia "História de uma alma", e como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra. Proclamada principal padroeira das missões em 1927, padroeira secundária da França em 1944, e Doutora da Igreja, que nos ensina o caminho da santidade pela humildade em 1997, na data do seu centenário. ela mesma testemunha que a primeira palavra que leu sozinha foi: " céus "; agora a última sua entrada nesta morada, pois exclamou : " meu Deus, eu vos amo...eu vos amo ". | ||



Para que servem as EJNS? O que é que aprendemos com elas?
Vamos à missa todos os domingos, muitos até durante a semana, rezamos o terço, rezamos muito, fazemos retiros, discutimos temas, partilhamos a nossa vida e as nossas inquietações, peregrinamos quilómetros e quilómetros, vamos a Roma e a todo o lado, etc. etc.
Ok, muito bem, é tudo muito bonito!
Mas afinal para que serve? Até que ponto tudo isto tem algum significado na nossa vida? De que modo é que isso nos torna verdadeiramente cristãos, no sentido de que passamos a ser seguidores de Cristo em toda a dimensão da nossa vida?
O Pe. Arsénio falava, na missa da passada quinta-feira feira, em sermos capazes de marcar a diferença. Marcar a diferença na relação com os pais, com os irmãos, com os amigos, nos namoros; marcar a diferença no cumprimento de regras, sejam as de casa, da escola ou faculdade ou do trabalho, sejam as do código da estrada, sejam as que forem; marcar a diferença nas saídas à noite, no copos; etc. Marcar a Diferença!
Será que o facto de irmos a muitas missas, rezarmos muito o terço e não só, fazermos retiros, peregrinarmos e tudo o mais marca de facto alguma diferença na nossa vida? Afinal o que nos distingue de todos os outros que nada disso fazem? É que se não marca, então de que servem? Tornam-se vazias, sem significado?
Às vezes penso que não temos noção do peso da responsabilidade que é dizermos “pertenço às Equipas” ou “sou Católico”...
PS: Não tomem isto como uma crítica indirecta a quem quer que seja, porque nesse caso eu seria o primeiro alvo, mas antes como uma reflexão séria sobre o sentido de sermos equipistas e católicos.



Vários foram os Santiagrinos, que se queixaram de só ver o post da praia, depois desse belo dia de sol...ou não.
Por isso, antecipo-me e desde já aviso que sexta, o programa será o mesmo, esperando apenas que esteja mais calor! Mas se não tiver, existem sempre raquetes e bola de futebol, para fazer a delícia de muitos.
Mas, o mais importante é ir à missa...Aguiar e Guedes ainda nos visitaram umas vezes, já não conseguem?







