Quando voltarmos da Vaterland, podemos envergar todos estas lindas t-shirts!
Nepes? Yah!
O blog de todos os Peregrinos que, durante 5 dias, criaram uma relação entre todos e com Jesus, Maria e Santiago simplesmente fantástica.
Para que servem as EJNS? O que é que aprendemos com elas?
Vamos à missa todos os domingos, muitos até durante a semana, rezamos o terço, rezamos muito, fazemos retiros, discutimos temas, partilhamos a nossa vida e as nossas inquietações, peregrinamos quilómetros e quilómetros, vamos a Roma e a todo o lado, etc. etc.
Ok, muito bem, é tudo muito bonito!
Mas afinal para que serve? Até que ponto tudo isto tem algum significado na nossa vida? De que modo é que isso nos torna verdadeiramente cristãos, no sentido de que passamos a ser seguidores de Cristo em toda a dimensão da nossa vida?
O Pe. Arsénio falava, na missa da passada quinta-feira feira, em sermos capazes de marcar a diferença. Marcar a diferença na relação com os pais, com os irmãos, com os amigos, nos namoros; marcar a diferença no cumprimento de regras, sejam as de casa, da escola ou faculdade ou do trabalho, sejam as do código da estrada, sejam as que forem; marcar a diferença nas saídas à noite, no copos; etc. Marcar a Diferença!
Será que o facto de irmos a muitas missas, rezarmos muito o terço e não só, fazermos retiros, peregrinarmos e tudo o mais marca de facto alguma diferença na nossa vida? Afinal o que nos distingue de todos os outros que nada disso fazem? É que se não marca, então de que servem? Tornam-se vazias, sem significado?
Às vezes penso que não temos noção do peso da responsabilidade que é dizermos “pertenço às Equipas” ou “sou Católico”...
PS: Não tomem isto como uma crítica indirecta a quem quer que seja, porque nesse caso eu seria o primeiro alvo, mas antes como uma reflexão séria sobre o sentido de sermos equipistas e católicos.



Vários foram os Santiagrinos, que se queixaram de só ver o post da praia, depois desse belo dia de sol...ou não.
Por isso, antecipo-me e desde já aviso que sexta, o programa será o mesmo, esperando apenas que esteja mais calor! Mas se não tiver, existem sempre raquetes e bola de futebol, para fazer a delícia de muitos.
Mas, o mais importante é ir à missa...Aguiar e Guedes ainda nos visitaram umas vezes, já não conseguem?








Queridos Santiagrinos:
Antes, queria partilhar com aqueles que não foram, o bom que foi a missa de ontem, tal como o Filipe relatou da semana passada, ontem estavam cerca de 35 equipistas (desculpem mas não resisiti e contei-os...). O coro completamente cheio, chego 2minutos atrasado e já nem tenho lugar, o Pavarotti teve que ficar no meio da Assembleia!
Muitos pensam que este movimento é para arranjar amigos e para ter festas à pala, tanto é, que temos pessoas a ir para Moçambique em missão, outras para o Seminário, outras a caminho do Matrimónio, outras que se convertem, outras que mudam a sua vida, outras, outras e outras...
Não é por acaso, que temos variadíssimas actividades (secalhar o movimento que tem mais...) sempre concorridas e aproveitadas. Desde Noites de Oração, Peregrinações, Encontros, 1ºs Sábados, Retiros...Também temos os arraiais e os torneios de futebol, mas os “criticos” só se lembram destes e que as Equipas não são capazes de nada. Acho que mostramos, diariamente, a nossa força e que estamos mesmo em crescendo, não que isto seja uma obcessão, mas é muito bom.
Pipos





pguedes
Queridos amigos:
Antes de mais dizer que fico muito contente pela actividade do blog, gosto!
O timing não foi o melhor é verdade, mas a data foi escolhida à uns meses atrás, na esperança de ainda ir ver o Papa João Paulo II e estar na audiência com ele, no dia em que a minha Mãe fazia 50 anos. Foi pena, mas paciência. Obrigado pelas orações por mim.
O timing ainda se tornou mais desadequado por ter apanhado a excelente noite Europeia de Alvalade... Duarte, eu posso dizer que fui a Roma e vi o Papa porque tive lá à 4 meses!!
Quanto ao novo Papa, quem será? Eu vi alguns Cardeais, apoio aqueles que estive mais perto, alguns reconheci, mas aquele que estive mais perto não consigo nem em fotografias descortinar, era ruivo e meio careca (menos do que o Filipe..), alguém me ajuda? Não me parece que a opção do Filipe seja a escolhida, acho que vai ser um Cardeal europeu e aposto num italiano, quem sabe o Bispo de Milão. Mas como está muito falado, é capaz de não ser. Acho que não será africano, nem da América Latina, não são pessoas indicadas neste momento, por muito bom que fossem para esses países, não são para muitos outros, mas não sou eu que escolho, se o Espírito Santo quiser que eles sejam, cá estou eu para achar que é o melhor!
Também não acredito que os portugueses venham a ser sucessores de Pedro. Apesar de o Monsenhor Agostinho, o Padre da Igreja de Santo António dos portugueses em Roma já ter encomendado várias bandeiras para o caso de vir a ser eleito um compatriota.
Eu tive instalado na Embaixada de Portugal junto da Santa Sé e lá disseram-me, pessoas que falam com os Cardeias, que existem duas linhas/facções dentro dos Cardeais, a facção Ratzinger que quer um Papa no seguimento de João Paulo II, europeu e a facção do Papa não europeu, para chamar mais fiéis de outros lados, visto para estes a Europa já estar "conquistada". E dizem que o Papável Saraiva Martins está muito bem cotado, bem mais que o Patriarca.
Estou de acordo com o Duarte, todos menos da Obra e do CL! A 1ª medida era logo acabar com os inovadores e pouco conservadores e sociais dos equipistas...tanguices...
Aposto num dos 8 italianos, e caso não seja, aposto que será um Europeu, que não será um dos 4 franceses...Estar em Roma sem Papa e ler todos os dias e ouvir falar sobre o Papa, criou em mim uma enorme ansiedade de saber quem será o próximo Papa, vou adorá-lo de certeza desde o 1º dia. À uns tempos escrevemos aqui o que seria depois deste Papa, agora ninguém duvida que este será como João Paulo II.
Pipos
Como os dois camaradas fizeram também vou partilhar estes dias...
O Encontro Nacional do ano passado tinha sido espectacular, foi quando conheci mesmo melhor este movimento, calma ainda não fui a um Encontro Internacional, já faltou mais.. e este ano jamais poderia faltar. Fui tentado a isso, tendo sido convidado para trabalhar num torneio de golf, o Open de Portugal, quatro dias inteiros, desde quinta até domingo, mas mal soube das datas disse que não, não foi fácil, pois a conta bancária iria subir bastante e isso iria dar muito jeito, como calculam, mas o dinheiro não é o mais importante e não é essencial para vivermos verdadeiramente contentes, apesar de ajudar. Fui tentado a ir ao Bessa ver o Sporting, várias pessoas tentaram, mas em vão, deve ter sido muito bom, por várias razões, mas não estou em nada arrependido...o que eu queria mesmo era estar no Encontro Nacional.
O Encontro começou logo marcado pela doença do Papa, quando íamos a caminho e já todos sabiamos que era uma questão de horas. Fui com o Filipe e falavamos do que ele partilhou, é uma grande sorte podermos estar todos reunidos, ainda por cima em Fátima. Acho que foi um grande presente que Deus nos deu, a todos e ao movimento. Por vezes sentia-me arrepiado pelos silêncios na sala de televisão, principalmente quando soubemos da sua morte, a sala cheia, às escuras, o movimento ali em peso, onde só se ouvia a televisão, nem um burburinho, é algo que me vai marcar para sempre. Agradeço muito a possibilidade de tudo ter acontecido quando estavamos todos juntos. O terço a seguir também foi...não sei, como disse o João, só estando lá mesmo, só de pensar fico emocionado.
Muitos outros momentos do Encontro também foram marcantes:
- A visita ao lar de velhinhos, foi muito boa. Rezamos, dançamos, conversamos, cantamos, demos de lanchar, a velhinhos que se não fosse a nossa visita seria uma tarde como as outras, em silêncio a olhar para o ar. São pequenas coisas que fazem a diferença, tanto a nós como a eles. Gostei tanto que alguns de nós prometemos voltar dia 12 de Maio, para uma breve mas importante visita. A senhora que tomava conta deles, também nos deu uma lição de como a vida em serviço é espectacular e pode ser tão animada, tenho a certeza de que ela não faz qualquer sacrificio para estar ali a "aturar" coisas que nós jamais quereriamos..
- O bocadinho na missa de Sábado à volta do altar para os responsáveis por alguma actividade, em que me fez pensar do que é servir o movimento e a importância que tem, e muitas vezes não temos noção disso ou nem sequer nos lembramos, deu-me muita força, motivação para continuar, às vezes precisamos disto, de recarregar as baterias, eu estava a precisar.
- O testemunho do Noni e da Mafalda, especialmente, pelo que contaram da sua passagem pelas EJNS e pela importância que o movimento teve para eles, é bom ouvirmos quem também já passou por cá e para sabermos como este movimento é tão importante para nós e para o nosso crescimento, que no dia a dia nem sempre percebemos isso.
- As bençãos na missa final, mostraram a capacidade deste movimento, os vários caminhos que este nos oferece e, ver ali grandes amigos, a partirem para Moçambique, para o seminário ou para o Matrimónio foi muito bom, emocionante.
Vivemos com alegria
Um movimento bestial
Iluminados por Maria...
Pipos